O agromarketing no Brasil pode ser definido pelo dinamismo, criatividade e impacto. Essas três palavras, quando combinadas corretamente, agregam valor as iniciativas e ações, sejam elas sazonais ou duradouras.

Em eventos e canais digitais, entre tantas outras possibilidades, o agromarketing promove conexão, estimula a troca de conhecimento e promove o constante amadurecimento de todos os envolvidos, do transmissor ao receptor da mensagem. Isso porque, no agronegócio, o marketing é altamente informativo.

Lembro de conversar com um profissional que ia participar como expositor de uma Agrishow. Ele me contou que guardou para o evento o lançamento de um produto, que, segundo ele, era inovador.

Em determinado momento, ele disse: “Capella, você que conhece o marketing para agronegócio. Eu queria fazer algo inusitado para divulgar esse produto. O que você faria?

A pergunta foi objetiva, mas carregava uma expectativa muito grande. Por isso, devolvi a ele três questões: O que é dinamismo? O que é criatividade? O que é impacto?

Ele foi respondendo uma a uma e no final eu disse: “Você acaba de encontrar um caminho. Fará um grande lançamento“. E de fato foi um lançamento amplamente comentado pelos visitantes da Agrishow.

O agromarketing não precisa ser disruptivo o tempo todo, não precisa destruir sempre a caixa. Ele pode ser extremamente eficaz, com dinamismo, criatividade e impacto, apenas remodelando e atualizando ações que a empresa já fez.

Às vezes, a simplicidade ganha proporções e encanta. Outras, é verdade, deixa a desejar. Mas, responder algumas perguntas é sempre um bom começo para tomar a melhor decisão.

Sim, fazer agromarketing dá trabalho. E precisa dar. Com a diversidade de canais e a grande quantidade de lançamentos, quem entrar no automático sairá do jogo.

Pense nisso.