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Gestão

Conheça os principais destinos do café brasileiro

Nosso café já foi consumido por 127 países no último ano. A exportação de café brasileiro chega a países como Estados Unidos, Alemanha Itália, Japão e Bélgica, que são nossos principais parceiros comerciais.

De acordo com o último relatório (junho), entre janeiro e maio de 2017, os Estados Unidos seguem na liderança como o país que mais recebeu café exportado do Brasil, representando 19,2% dos embarques no período. Em seguida vemos a Alemanha, com 18%. Itália, Japão e Bélgica também têm destaque no ranking, com 10,1%, 6,9% e 6,2%, respectivamente”, comenta o presidente do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), Nelson Carvalhaes. Segundo ele, o Japão vem sendo um país que vem apresentando grande aumento no consumo do café brasileiro nos últimos anos.

Sustentabilidade, qualidade e boas práticas – principais exigências para a exportação de café brasileiro

Para receber o produto brasileiro, os principais países importadores fazem algumas exigências. Em linhas gerais, o mercado internacional exige sustentabilidade, qualidade, adoção de boas práticas agrícolas, além de respeito às normas ambientais, trabalhistas e sociais.

Carvalhaes comenta que o Brasil está bem servido quanto às exigências. “Por ser um dos mercados exportadores mais tradicionais do produto no mundo (o país é exportador há mais de 200 anos), o Brasil atende às exigências prezando pela exportação de café de qualidade e com máxima eficiência dentro de toda a sua cadeia de produção”.

Tendências para o café brasileiro tipo exportação

O Brasil representa, atualmente, 33% da capacidade de fornecimento de café no mundo inteiro e a tendência é que a exportação de café cresça, fazendo com que o Brasil se distancie ainda mais. Isso porque, segundo o presidente do Cecafé, o leque de cafés que o Brasil exporta para o mundo é muito amplo.

Exportamos desde café diferenciados (aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado indicando práticas sustentáveis), que atendem ao público/consumidor mais exigente, até os cafés tipo “robusta” que são aqueles que compõem a bebida tradicional e que são muito bem aceitos no exterior”, explica.

A produção de cafés diferenciados também é uma grande tendência para o curto e médio prazo. Isso porque, a importância da qualidade do produto ofertado no mercado tende a ganhar maior importância devido a uma mudança no perfil do consumidor.

Os consumidores do café, tanto no mercado interno quanto externo, tendem a ficar mais sofisticados e com acesso fácil as informações, estando dispostos a pagar mais pela qualidade e pela diferenciação dos produtos.

Com os cafés diferenciados, o Brasil pode até vender menos em volume, mas ainda continuará lucrando com a exportação desse tipo de cafés mais especiais, que apresentam maior valor agregado.

O mercado global ama o café brasileiro. Para manter essa relação sempre forte devemos priorizar a qualidade, as boas práticas e a sustentabilidade. Gostou do artigo? Compartilhe-o em suas redes sociais!

Produtividade do solo brasileiro

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