Há mais de 20 anos, agradeço todos os dias a oportunidade de trabalhar com marketing no agronegócio. Durante esse tempo, participei de muitos eventos, conversei com vários produtores e visitei muitas empresas do agronegócio.

Ainda hoje, adoto essa prática, com muita empolgação e alegria. Afinal, a complexidade e o dinamismo do agro exigem essa postura. Quem não vive a realidade do agronegócio e não estuda, tende a ficar parado no tempo.

Entre uma viagem e outra, uma frase me marcou. Em um livro, não lembro exatamente qual, eu li: “estratégia é mais importante do que a execução“. Confesso que demorei um pouco para entender, mas depois tais palavras fizeram total sentido para mim.

Repito essa frase até hoje, com uma certa frequência, e explico o porque: a estratégia é a base, é o norte. Uma vez definida, precisa ser seguida. Uma eventual mudança exigirá muito tempo e dinheiro. Já a execução pode ser alterada, adaptada. Por isso, a estratégia é mais importante do que a execução.

Na Ação Estratégica – Comunicação e Marketing no Agronegócio, identificamos que, de outubro de 2025 até a data de hoje, uma estratégia tem sido bastante procurada pelas empresas do agronegócio. Trata-se da assessoria de imprensa, que ajuda a impactar possíveis clientes.

Acredito que a metodologia utilizada pela assessoria de imprensa explica esse crescimento. Para a elaboração do planejamento, aplicamos, por exemplo, uma fórmula que se mostrou muito eficaz ao longo dos últimos 20 anos. É a V.C.I.D, no qual V é visibilidade, C é credibilidade, I é interesse, e D é desejo.

Cada letra representa uma etapa importante. O segredo está em alcançar o C, o I e o D, como se subisse calmamente uma escada, degrau a degrau. Ou seja, cada etapa precisa ser conquistada e não pode ser pulada.

Um dos erros de muitas empresas do agronegócio está justamente nesse processo. Elas querem despertar o desejo, sem ganhar a devida visibilidade, o que resulta em desperdício de tempo e de dinheiro.

Essa postura pode ser fatal. Tempo e dinheiro, quando mal utilizados, podem contribuir para o insucesso de uma empresa de agronegócio.