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impressora 3d

Especialista comenta o que muda com as impressoras 3D e como aproveitar a tendência

Impressoras 3D de alimentos já são realidades. Interessados já possuem duas opções norte-americanas: a Foodini e a Micro, ambas pequenas, portáteis, e relativamente de baixo custo para o mercado dos Estados Unidos: US$ 2.000,00 e US$ 300,00, respectivamente. Convertidos para o real - na cotação do dia 30 de março - os valores seriam aproximadamente R$ 7.200,00 e R$ 1.100,00.

Fabricantes e entusiastas defendem que com a tecnologia será possível ter comida sempre fresca em casa, produzida com os ingredientes preferidos do consumidor, sem o risco de estabilizantes e aditivos desconhecidos do grande público, em qualquer lugar. Não serão mais necessários importar e pagar caro por determinados itens. Há ainda as vantagens de imprimir o alimento nos sabores e aromas desejados e na quantidade que será consumida, o que reduz o desperdício.

E ao contrário do que muitos pensam, isso não vai acabar com a agricultura. Pois para imprimir os alimentos serão necessários os ingredientes e componentes: amidos, celulose, proteínas, açucares etc. produzidos a partir de alimentos plantados e vindos de fazendas. Tranquiliza o pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Instrumentação, Silvio Crestana em São Carlos (SP). Esses componentes provavelmente estarão em cápsulas semelhantes às de cafés monodose. Para aproveitar essa tendência o especialista dá algumas dicas:

1- Fazendas podem ser fornecedores de matéria-prima. Continuando com suas plantações.

2-Empresas agrícolas podem se transformar em processadores da matéria-prima, sendo um intermediário do processo produtivo, buscando os ingredientes nas fazendas e entregando os componentes para quem desenvolve e produz as cápsulas.

3-Desenvolver pesquisas para agilizar a produção agrícola, o processamento dos ingredientes, a melhoria dos componentes, metodologias de impressão etc.

4-Realizar todo o processo produtivo, plantando a matéria prima e encapsulando os componentes.

5-Ou, segundo Crestana, as empresas podem começar a desenvolver suas próprias impressoras 3D. O que já seria a etapa final desse processo produtivo.

agronegócio do futuro

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