Agrishow faz parte da divisão Informa Markets da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2020 In July


Previna incêndios com essas ferramentas!

Previna_incendios_ com_essas_ ferramentas.jpg

Incêndios são um dos principais causadores de prejuízos para lavouras e meio ambiente. Uma ferramenta para alertar produtores foi disponibilizada pela ABAG RP (Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto) (SP): “Indicativo de incêndios”, um site onde são atualizados semanalmente mapas do estado de São Paulo com um período de seis dias.

A ferramenta faz a correlação entre condições observacionais de chuva, umidade e balanço hídrico, com previsões de curto e médio prazo de chuva e demais variáveis meteorológicas, para estimar áreas e regiões com potencial de risco de incêndio.

Esse índice baseia-se exclusivamente em fatores meteorológicos, previstos e observados, e não faz uso de dados coletados de incêndio.  É importante lembrar que devido a ações antropogênicas (aquelas causadas pelo homem), os incêndios podem ocorrer em áreas onde o índice não indicou condição favorável ao fogo.

Tecnologia nacional de combate a incêndios

Além da prevenção é válido utilizar tecnologias estruturadas para o combate e o apoio de recursos tecnológicos que protejam e fortaleçam as plantas, como um retardante e supressor do fogo. A ação retardante é uma ferramenta eficiente para preparo de aceiros químicos sustentáveis e a ação como supressor reduz rapidamente a altura das chamas e sua velocidade de dispersão natural.

A ideia é que esse tipo de alternativa seja segura e sustentável para o combate direto e indireto de incêndios em palhadas e resíduos de colheita, uma arma eficaz contra incêndios criminosos que ocorrem em canaviais, lavouras brancas e florestas, além de ser atóxico ao homem, animais e ecossistemas agroflorestais, o que facilita e melhora a segurança do manuseio operacional. Em 2015, uma solução foi experimentada pelo IBAMA no combate a um incêndio florestal no Maranhão.

 

 

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Se a sua família não tem tempo para falar sobre sucessão agora, quando terá?

Se a sua família não tem tempo para falar sobre sucessão agora, quando terá.jpg

É muito comum as pessoas perguntarem qual é o melhor momento para se começar a falar sobre sucessão nas empresas familiares. Costumo responder que o melhor momento é ontem, mas se sua família ainda não começou a pensar no assunto, o ideal é tratá-lo a partir de agora.

O processo de sucessão acontece de maneira gradativa e envolve uma série de fatores que precisam ser analisados, tais como: demandas da família, como o a escolha e preparo do sucessor, demandas jurídicas que envolvem organização patrimonial e tributária, e demandas do negócio, que estão relacionadas a gestão.

O primeiro momento trata-se da conscientização para a necessidade de se planejar a transferência da gestão. É o primeiro alinhamento da família nas conversas iniciais, para levantar o interesse dos envolvidos a respeito da continuidade dos negócios, pois para estruturar um planejamento que funcione, se faz necessário entender as expectativas e saber quem, de fato, comporá cada papel.

Dentro da dinâmica das famílias, nos deparamos com inúmeras situações, e abaixo listo algumas delas:

- Filhos que não desejam continuar os negócios;

- Filhos que desejam participar da gestão, mas não em sua totalidade;

- Filhos que ainda não decidiram onde querem estar (se nos negócios ou se apenas como herdeiros);

- Filhos que já estão na gestão e na tomada de decisões;

- Filhos divididos entre operacional e estratégico;

- Filhos dentro e fora da empresa – um apenas no papel de herdeiro, outro que assumiu o papel de sucessor;

- Filhos que participam do negócio apenas como colaboradores (pais gestores, filhos herdeiros que ainda não definiram se desejam ser sucessores);

- Não ter filhos interessados e ter a necessidade de contratar um sucessor operacional;

Portanto, é necessário ter clareza de todos os papéis possíveis e entender quais cenários eles compreendem. Para tal, existe o modelo dos 3 círculos, também chamado de trinômio da sucessão, que demonstra onde os membros se encontram e dali em diante, se torna mais fácil iniciar qualquer debate sobre o assunto com a família.

Trinômio.png

Fonte imagem: www.ibgc.org.br

É importante que a família tenha em mente que quanto antes se iniciem as conversas sobre o assunto e a preparação para a transferência da gestão, mais a empresa familiar tem a ganhar. Pois o sucessor terá a oportunidade de aprender com o sucedido, terá tempo hábil para que todos os ensinamentos sejam absorvidos da melhor maneira possível e poderá dividir experiências, trazendo para a empresa toda sua bagagem sobre inovação, tecnologia, e podendo tirar suas dúvidas com quem mais entende do negócio: o fundador (ou atual gestor).

Vale lembrar que no processo de sucessão não transferimos apenas a gestão. Transferimos o legado, os valores familiares e toda a história que foi construída durante todos os anos.

Se com a família em harmonia, em alguns momentos já encontramos desafios que precisam ser superados, imaginem deixar para pensar sobre o assunto apenas quando o pai ou o avô adoecerem, ou quando a família brigar, ou pior ainda, alguém vier a faltar. Além de mais moroso e oneroso, é muito mais doloroso organizá-lo em uma situação assim.

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Tendências do agro do Mato Grosso para o Brasil - Agrishow Com Você EP 30

Como solucionar desafios tecnológicos na pecuária brasileira - Agrishow Com Você EP 29

Variabilidade e atributos de solo - Agrishow Com Você EP 28

Como a agricultura de precisão melhora a aplicação de defensivos?

Como a agricultura de precisão melhora a aplicação de defensivos.jpg

Já faz certo tempo que os defensivos agrícolas são de grande importância para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas em todo tipo de lavoura. Porém, esse manejo precisa ser realizado de forma eficaz e econômica. Por isso, a aplicação de defensivos agrícolas feita por meio de ferramentas de agricultura de precisão vem sendo essencial.

Por meio de tecnologias de agricultura de precisão como piloto automático, mapas de variabilidade e sensoriamento eletrônico, a performance na aplicação dos defensivos atinge um novo patamar, com diversos benefícios que valem o investimento.

Para saber mais sobre o assunto, conversamos com Luís Gustavo Mendes, Engenheiro Agrônomo e co-fundador/sócio proprietário da Agribase, empresa de Data Science e capacitação de profissionais do agronegócio.

O que é Agricultura de Precisão?

A Agricultura de Precisão (AP) é um conceito de manejo diferenciado que considera as lavouras como não sendo uniformes e tratando-as de forma específica e única em cada uma de suas áreas, como explica Luís Gustavo Mendes.

Segundo o especialista, a Agricultura de Precisão (AP) é uma forma diferenciada de manejar as lavouras, entendendo que existe variabilidade, apresentando “manchas” nas áreas.

Por meio da AP tentamos explorar essas manchas, e ao analisarmos cada uma delas teremos maiores retornos econômicos, além de uma sustentabilidade mais alicerçada”, diz Mendes.

Assim, o papel da Agricultura de Precisão é de auxiliar os produtores na coleta e interpretação dos dados coletados por sensores, GPS e demais ferramentas, sempre com o intuito de otimizar os manejos feitos na fazenda, desde o preparo do solo para plantio até a colheita.

E um dos maiores beneficiados desse conjunto de tecnologias é, sem sombra de dúvidas, o processo de aplicação de defensivos, como veremos a seguir.

Agricultura de precisão e aplicação de defensivos: aliados na produção sustentável

A Agricultura de Precisão é uma grande aliada da aplicação sustentável de defensivos agrícolas. Segundo Mendes, a AP pode ser adotada na aplicação de defensivos agrícolas com a utilização de sensores para levantamento de informações como mapas de biomassa, volume de copa das plantas, presença ou ausência de plantas etc.

As informações destas variáveis podem ser coletadas com sensores ópticos ativos ou passivos, sensores de ultrassom entre outros, podendo ser acoplados em drones, satélites ou até mesmo serem portáteis”, diz o especialista.

Além disso, as aplicações localizadas de defensivos, baseadas em mapas de acordo com a maior ou menor biomassa de plantas, otimizam a aplicação em dosagens diferentes do produto.

Sensores que indicam presença ou ausência de plantas também podem ser utilizados na aplicação dos defensivos, economizando assim produto. Um exemplo citado por Mendes ocorre com a aplicação em culturas de citros.

Durante a aplicação de defensivos, podemos utilizar sensores de ultrassom que indicam se existe planta na área. Com isso, será possível controlar tanto a abertura quanto o fechamento dos bicos do pulverizador”.

Benefícios do uso da agricultura de precisão na aplicação de defensivos

Quando adotada da forma correta e com as ferramentas certas, a agricultura de precisão certamente trará benefícios significativos para o agricultor que precisa regularmente aplicar defensivos na sua lavoura.

Para Mendes, as aplicações de defensivos que faz uso de conceitos e ferramentas de AP otimizam os insumos e tornam esses processos mais eficientes. “Esses benefícios acarretam economias de produto e redução dos impactos ambientais”, diz.

Além disso, por meio de mapas de infestação produzidos pelas ferramentas de agricultura de precisão será possível melhorar de forma significativa os processos de pulverização.

Porém, há ainda alguns erros que precisam ser melhor entendidas pelo agricultor. Segundo o co-fundador da Agribase, os erros mais recorrentes são:

  • Coleta de informações erradas no campo para geração dos mapas;
  • Aplicações em condições climáticas inadequadas;
  • Calibrações erradas feitas nas máquinas que aplicam os produtos (escolha incorreta dos bicos, regulagem da bomba errada e afins); e
  • Erro no cálculo das dosagens e mistura de produtos a serem aplicados. “Às vezes essas misturas complexam dentro do tanque, acarretando em entupimento dos bicos, filtros e baixa eficiência operacional”, completa Mendes.

Dessa forma, além dos conceitos e ferramentas de AP, o agricultor deve também priorizar maior capacitação da mão-de-obra, seja para analisar mapas e dados, seja para operar máquinas agrícolas com tecnologia embarcada.

Futuro da AP na aplicação de defensivos: inteligência aplicada e mais tecnologia

A agricultura mundial está em evolução contínua e cada dia mais digital. Neste cenário, a agricultura de precisão será um dos pilares da transformação digital do campo.

Com isso, num futuro não tão distante, Mendes acredita que teremos no mercado cada vez mais tecnologia, aplicativos e inteligência aplicada às máquinas que fazem as aplicações dos defensivos.

Em um futuro próximo, teremos máquinas já equipadas com tanques para aplicação de diversos produtos simultâneos na lavoura. Já as aplicações em dosagens diferentes, com bicos diferentes, que já são uma realidade, serão cada vez mais utilizadas nas fazendas”, indica.

Da mesma forma, com os altos valores cobrados pelos defensivos agrícolas e a sustentabilidade no campo cada ano se mostrando mais necessária. Assim a tendência é investir cada vez mais em agricultura de precisão.

O uso de cada vez mais tecnologias e ferramentas será cada dia maior no futuro. Quando inseridas nas máquinas essas funcionalidades irão otimizar as aplicações no campo”, finaliza Mendes.

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Vantagens da distribuição de corretivos e fertilizantes na agricultura de precisão

Vantagens da distribuição de corretivos e fertilizantes na agricultura de precisão.jpg

A distribuição de corretivos e fertilizantes tem como objetivo principal melhorar as características químicas do solo, visando aumento da produtividade das lavouras. Mas esse é um processo que demanda elevados custos que exigem a adoção de estratégias e tecnologias que maximizem essa distribuição. E a agricultura de precisão (AP) será essencial nesse sentido.

Será por meio da AP que o produtor terá uma representação mais fiel das variações de determinada característica do solo e, a partir disso, realizar a aplicação de doses variáveis em cada mancha do talhão.

Mas os benefícios da agricultura de precisão na distribuição de corretivos e fertilizantes vão muito além, como indicam diversos especialistas no assunto.

Agricultura de precisão: variabilidade para melhorar a produção

Segundo a Sociedade Internacional de Agricultura de Precisão (ISPA, em inglês), a Agricultura de Precisão é uma estratégia de gestão que considera a variabilidade temporal e espacial para melhorar a sustentabilidade da produção agrícola.

A agricultura sempre considerou as operações em relação ao tempo – como “tempo para plantar” e “tempo para colher” – e às ocorrências – como a umidade do solo, maturação da plantação, a infestação de pragas em um determinado talhão – como se fossem uniforme em toda a área.

Mas, Ricardo Inamasu, presidente do Comitê Gestor do Portfólio Automação, Agricultura de Precisão e Digital da Embrapa indica que isso mudou com as ferramentas da agricultura de precisão.

O GPS trouxe a possibilidade para localizar essas ocorrências em mapas digitais. Assim, a agricultura de precisão como conhecemos colocou o espaço junto ao tempo para realizar a gestão das operações no campo”.

Essa opinião é compartilhada pelo professor da Esalq/USP e especialista em Agricultura de Precisão, José Paulo Molin. “A AP irá corrigir quando há viabilidade ou irá tirar proveito (econômico, ambiental) dessas desuniformidades, sempre que elas forem relevantes”, diz.

Distribuição de corretivos e fertilizantes: necessidades diferentes induzem demandas localizadas

Dificilmente o solo tem uma uniformidade por toda a extensão de uma lavoura. Existem variações, com cada espaço apresentando características específicas. Por causa dessas variações, é possível que cada talhão tenha a necessidade de corretivos e fertilizantes de forma diferenciada - e isso influenciará na maior ou menor produtividade.

Partindo desse pressuposto, Molin explica que a gestão da adubação química das lavouras com base em amostragem georreferenciada de solo é fundamental. Ao fazer isso, o produtor terá um melhor diagnóstico das demandas localizadas, com a consequente distribuição dos corretivos e fertilizantes sempre em doses variadas.

No Brasil, a prática predominante de AP é a aplicação de corretivos e fertilizantes de forma localizada e em doses variáveis, iniciada efetivamente em torno de 2002, a partir do surgimento dos serviços de consultoria e da disponibilização de máquinas nacionais para essas aplicações”, completa o professor.

Benefícios e principais erros da distribuição de corretivos e fertilizantes em doses variadas via AP

A aplicação de corretivos e fertilizantes em taxas variáveis, com base na amostragem de solo em grade, tem sido o principal benefício advindo da AP. “Num primeiro momento, isso oferece oportunidades de economia desses insumos, especialmente por não demandar aplicação onde os teores já são suficientes”, explica Molin.

Esse benefício é também compartilhado por Inamasu. “O benefício direto é de aplicar insumos na quantidade adequada, podendo reduzir desperdícios e potencialmente manter ou até aumentar a produtividade”.

No entanto, desconsiderar conceitos básicos leva o produtor a cometer alguns erros básicos, como explicam os especialistas em agricultura de precisão. Segundo o pesquisador, o erro mais comum é elaboração de mapas de recomendação e no uso de máquinas.

A geração de um bom mapa de recomendação, que determina uma quantidade mais adequada de insumos em cada ponto do talhão, ainda é um desafio a ser superado. No caso de uso de máquinas, o treinamento constante de operadores é peça chave para a uma boa aplicação, além da escolha da máquina adequada para a sua operação na lavoura”.

Molin, por sua vez, explica que em muitos casos, as baixas produtividades observadas em determinadas regiões de um talhão podem estar associadas a aspectos que estão totalmente fora do poder de intervenção, como é o caso da variabilidade da textura do solo.

A solução para estes casos é tratar as regiões de formas distintas. “Onde a baixa produtividade é causada pela variação na textura deve-se realizar menor aporte de insumos, visando a obter lucro com boa produtividade. Regiões de maior potencial produtivo e com boa textura de solo devem receber um aporte maior de insumos, visando a explorar seu limite econômico desse solo”, diz Molin.

Além disso, o professor da ESALQ salienta que não basta cuidar apenas da fertilidade do solo com essa resolução espacial. “Devemos dar importância às demais práticas, como tratamento localizado de plantas invasoras, pragas e doenças, num contexto moderno, que contempla a aplicação minimizada de insumos, visando à economia e ao menor impacto ambiental possível”, complementa.

A melhoria de AP na aplicação de corretivos e fertilizantes será contínua

O processo de melhoria da agricultura de precisão na distribuição de corretivos e fertilizantes é um processo contínuo, sendo este um dos pilares da agricultura digital.

Diante deste cenário, Molin diz que a evolução da AP ocorrerá em três frentes.

A primeira frente, segundo o professor, baseia-se em uma melhor abordagem agronômica. “Hoje essa abordagem ainda foca na uniformização dos teores nas lavouras, o que exigirá intensificação da experimentação ao nível de fazenda, testando níveis ótimos nos diferentes ambientes para as recomendações locais mais assertivas”, explica.

Outra demanda para o futuro, segundo o professor da ESALQ, será a melhoria dos diagnósticos. “Hoje fazemos mapas de prescrição baseados em amostras de solo em baixíssima densidade espacial. Mas no futuro isso tende a evoluir e melhorar, permitindo maior precisão desta forma de fazer a agricultura”.

O professor indica que as tecnologias de sensores e de sensoriamento para solo estão evoluindo e para os próximos anos já são esperados alguns avanços importantes.

A terceira frente está na evolução das máquinas e dos controles para as taxas variáveis. Segundo o professor ainda há muito ajuste fino a ser feito e este passa por aprimorar os conceitos já existentes.

Hoje é possível o controle das aplicações dentro de porções da lavoura de algumas dezenas de metros, o que ainda pode evoluir, sem muita sofisticação. Também deveremos passar por mudanças na forma e na qualidade dos próprios insumos”, conclui.

Essas frentes indicativas do futuro da AP na distribuição de corretivos são também compartilhadas pelo pesquisador da Embrapa. Segundo ele, ao refinar a recomendação, aumentarão as exigências para as máquinas melhorarem a qualidade do mecanismo e do sistema de controle de aplicação de fertilizantes e corretivos.

Para o futuro, espero que a agricultura de precisão fará com que nossa agricultura seja cada vez mais produtiva e sustentável”, finaliza Inamasu.

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Como se comunicar melhor no agro

Como se comunicar melhor no agro .jpg

Amigos e Amigas,

Como se comunicar melhor no agro?

A resposta para essa pergunta pode parecer complexa, difícil, mas alguns pontos nos ajudam no dia a dia.

Confira a seguir 04 dicas para você colocar em prática agora mesmo. Sucesso e força agro!

1) Discurso Único

Elabore um discurso único para ser utilizado em várias ocasiões, como apresentação da sua propriedade para uma trading, preenchimento de protocolos para elaboração de marca de produto, entre outras possibilidades. Destaque os diferenciais da sua propriedade, como produtividade, insumos utilizados, rentabilidade, tempo de cultivo, práticas sustentáveis etc.

2) Uma boa história

Pense em uma história sobre a sua propriedade, com começo, meio e fim. Isso vai ajudar você durante as conversas e também na divulgação de sua propriedade. Destaque fatores como sucessão familiar, início da propriedade e sua relação com o campo.

3) Descomplique

Evite utilizar linguagem técnica, explique com calma e esteja preparado para tirar eventuais dúvidas. Planeje uma boa conversa. 

4) Não tenha medo

Por fim, não tenha medo de errar. Afinal, aprendemos e sempre vamos aprender com nossos erros, não é mesmo?

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Lições das cooperativas Agro para superar a crise - Agrishow Com Você EP 27

Integração agrossilvipastoril para tornar o seu solo mais fértil. - Agrishow Com Você EP 26