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Articles from 2020 In April


04 pontos para a correta sucessão familiar no agronegócio

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A sucessão familiar é complexa e exige total atenção. A chave está em um bom planejamento estratégico, que inclui distribuição clara das funções entre as partes e cronograma preciso de execução.

Sem estes dois pontos, dificilmente se obtém êxito nesta importante tarefa. Além disso, outros fatores devem ser levados em conta durante o processo de sucessão familiar, que deve ser conduzido com cautela e de uma forma muito sólida.  

Vamos as dicas:

1. Preparação Natural

O processo de sucessão familiar deve ocorrer naturalmente, com a inserção, pouco a pouco, das novas gerações no negócio da família. Leve, por exemplo, o seu filho ou filha para a propriedade durante os finais de semana para que ele/ela conheça as atividades rurais e se apaixone pelo campo. Isso ajudará futuramente na hora de dividir as tarefas.

2. Não há afastamento

Em conversa, o produtor rural Thiago Silveira me disse: “A sucessão consiste em preparar as próximas gerações, mas isso não quer dizer que as outras têm que sair”.  Concordo plenamente. Uma geração complementa a outra e as duas devem trabalhar em harmonia, sem competição. Um verdadeiro trabalho em equipe. Ganha a propriedade, ganha toda a sociedade.

3. Tecnologia

É incrível como a tecnologia tem sido cada vez mais utilizada no campo. Dentro do processo de sucessão familiar, é fundamental contemplar a utilização de aplicativos, softwares e outras inovações. As novas gerações estão amplamente conectadas a este cenário e, juntamente com seus pais, contribuirão bastante para a maior produção em menor espaço.

4. Boas práticas de produção

Adote técnicas e iniciativas relacionadas à rastreabilidade, alta rentabilidade, manejo correto do solo, combate às pragas e amplo desenvolvimento da planta. Elas irão contribuir para um efetivo e diferenciado processo de sucessão familiar, aliando questões tradicionais a diferenciais competitivos. Contemplar apenas elementos básicos poderá proporcionar uma continuidade, sem evolução.

Analise todas estas dicas com calma. Reflita. Veja quais realmente fazem sentido em sua propriedade.

A vida no campo é um aprendizado diário, com muitas superações e muitas conquistas.

Vamos juntos valorizar o nosso agronegócio! Força Agro!

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Saúde mental em tempos de Covid-19 - Agrishow com você #EP 04

Protagonismo do Brasil como fornecedor de alimentos para o mundo - Agrishow com você #EP 03

Aumente sua renda e produtividade com iLPF

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A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) é a ferramenta mais eficiente quando o assunto é máxima produtividade aliada à sustentabilidade. A estratégia é ideal para o produtor que busca o melhor desempenho de suas lavouras de forma otimizada intensificando o uso da terra e ao mesmo tempo preservando o solo. Um dos maiores benefícios da técnica é sua versatilidade sendo uma solução que possui múltiplos sistemas de intensificação.

Um dos exemplos desse trabalho foi comprovado em um dos estudos realizados pela Embrapa. O projeto teve início em meados de 2014 em uma fazenda na região de Naviraí (MS) e foi avaliado por cinco anos a fim de obter resultados concretos. A propriedade era formada por solos arenosos de relevo plano a suavemente ondulado. Sob o clima tropical, a região conta com precipitação pluvial média variando entre 1.400 a 1.700 mm anuais, sendo janeiro o mês mais chuvoso com precipitações ao redor de 220 mm.

Para a implantação, o solo foi corrigido quimicamente com calcário, gesso e fósforo, conforme as recomendações técnicas. Logo após a correção, foi semeada aveia para uniformização da área. Em seguida, foram plantadas as mudas de eucalipto que formaram a floresta e os renques de eucalipto que fazem parte do sistema de ILPF. Além das adubações, controlaram plantas daninhas e pragas. Nas áreas destinadas aos sistemas de ILPF, foram implantadas fileiras simples, duplas, triplas e quádruplas.

Na safra de verão de 2014/2015, foram iniciados os cultivos dos sistemas produtivos. Nos talhões “a” dos sistemas de ILPF foi semeada a soja, e nos talhões “b”, semeadura da pastagem Brachiaria brizantha cv. Piatã.

Análise econômica

Os custos com a correção e preparo do solo para implantação das culturas anuais e das pastagens, considerados investimentos, foram amortizados pelo período de cinco anos e rateados entre os sistemas estudados. Custos e receitas calculados neste estudo (entre 2014 e 2019):

  • Produção agrícola - insumos, manutenção e depreciação das máquinas e dos equipamentos, combustível, mão de obra, custos administrativos, equipamentos e benfeitorias;
  • Produção pecuária - formação da pastagem, manejo sanitário animal e mão de obra utilizada no trato com os animais;
  • Para a pecuária - foi levado em conta o custo da @ de carcaça/ha no período, multiplicada pelo preço do dia da comercialização dos animais (R$/@);
  • Para a lavoura - considerou-se a produção (sc/ha) de soja e milho safrinha* e o preço médio da região no dia da colheita.

Custos e receitas não considerados neste estudo:

  • Implantação do maciço florestal
  • Renques nos sistemas de ILPF

O resultado econômico-financeiro foi medido pela margem bruta, que é a diferença entre receita (resultante da venda dos produtos obtidos) e custo operacional (desembolso monetário por parte da atividade produtiva para a sua recomposição) e pela taxa de retorno, que consiste na relação entre a renda bruta e o custo operacional.

Análise do trabalho

De acordo com a engenheira agrônoma, Andreza Cruz, técnica em sementes da Soesp - Sementes Oeste Paulista, o trabalho realizado pela Embrapa tem pontos importantes de se destacar: Em inverno muito seco ou solos muito arenosos é melhor substituir a safrinha de agricultura no inverno por pecuária.

Foi necessário levantar os custos para analisar realmente o que valia a pena. “Muitas pessoas não fazem esse levantamento. Como, às vezes, o risco da safrinha de milho é tão grande, compensa fazer essa safrinha com boi. Deixar o pasto para virar palhada para entrar a agricultura no começo do ano quando voltam as chuvas. O risco é menor é o produtor ganha mais. O boi na entressafra é mais seguro”, destaca.

Segundo a engenheira agrônoma, quando o produtor começa a reformar as pastagens degradadas com agricultura, frequentemente essas áreas são as piores em relação ao solo, textura mais arenoso, pouca profundidade, pouca fertilidade, enfim, as áreas marginais da propriedade. Então, ele tem que ter em mente que esse cultivo, muitas vezes, não terá o mesmo retorno das áreas de agricultura tradicional, que há anos são manejadas, fertilizadas e naturalmente tem maior produtividade. “É preciso apenas que nessa área sejam amortizados os custos da reforma da pastagem. Isso que ele tem que buscar primeiramente, não altas produtividades”, diz a profissional.

Resultados obtidos

Os sistemas apresentaram renda líquida positiva e elevada taxa de rentabilidade, com grande variação. A renda bruta média do ILPF é 24,1% superior à do pasto permanente, e a renda do ILP é 45,1%, maior.

“Neste caso a ILPF só obteve menos renda bruta que o ILP porque ainda não está contabilizado o eucalipto - que em até dois anos será cortado e somará a renda. É esse resultado macro que o produtor tem que buscar. É preciso olhar a renda total e como nesse caso avaliou-se durante cinco anos ele conseguiu ter um panorama geral do que realmente valeu a pena”, finaliza Andreza.

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Como fazer do clima um aliado para sua produção - Agrishow Com Você EP02

4 perguntas sobre o uso da energia solar no setor agro!

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Nos próximos anos, a energia solar tende a se tornar uma grande aliada de agricultores, produtores e famílias rurais. Essa fonte de energia é totalmente limpa, sustentável e renovável.

Entretanto, a vantagem mais significativa da energia solar é o seu potencial de reduzir os gastos com a conta de luz em propriedades rurais que, em muitos casos, pode chegar a até 95% de economia.

No entanto, muitos agricultores ainda têm muitas dúvidas sobre alguns dos conceitos relacionados à energia solar. Veja então as 4 principais perguntas - com suas respectivas respostas - que você pode ter quando o assunto é a utilização de energia solar no agro.

#1. O que é energia solar?

Considerada uma fonte de energia renovável e sustentável, a energia solar é um tipo de energia proveniente da luz e do calor do sol que é aproveitada e utilizada por meio de diferentes tecnologias, caso do aquecimento solar, energia solar fotovoltaica, energia heliotérmica e arquitetura solar.

A energia solar fotovoltaica é a mais comum dessas formas de produzir energia pelo sol. Neste sistema são utilizados o que chamamos de painéis fotovoltaicos. Cássio Rios, sócio da AWR – Tecnologia Solar, explica basicamente como a energia solar é gerada:

A Energia Solar é gerada através da luz do sol, ou seja, a luz reflete sobre os painéis fotovoltaicos, isso gera movimento nas células, ocasionando a geração da energia elétrica comum”.

#2. Projetos de energia solar estão ligado à rede de distribuição?

Na atualidade, dezenas de opções de alta tecnologia estão disponíveis para o uso de sistemas fotovoltaicos na agricultura, todos com excelente eficiência. Mas uma dúvida bastante comum entre produtores rurais é: a energia solar que eu produzirei na minha fazenda deverá estar ligada à rede de distribuição?

A resposta é: não necessariamente.

Segundo o sócio da AWR existem três formas de investir em um projeto de energia solar em propriedades rurais:

  • On-grid: “Este é um sistema de geração de energia que funciona conectado com a rede elétrica, com o excedente produzido sendo encaminhado para a rede de distribuição”;
  • Off-Grid: Esse sistema de geração de energia solar destina-se aos locais onde não há acesso a rede elétrica. “Neste caso a energia é produzida e armazenada em baterias”, complementa Rios;
  • Hibrido: Este é um sistema de geração de energia com backup, ou seja, o sistema está conectado na rede elétrica, mas também apresenta baterias para momentos de falta de energia.

Rios explica também que o sistema On-Grid é o mais utilizado em propriedades rurais, com o sistema gerador de energia conectado à rede de distribuição.

#3. Com o sistema instalado, a distribuidora de energia irá me pagar pela geração excedente?

A partir do momento que temos um sistema fotovoltaico funcionando na fazenda, a energia excedente gerada pelo sistema irá retornar para a rede da distribuidora (sistema On-grid). Porém, é importante saber que a distribuidora de energia não lhe pagará em dinheiro, mas sim em um crédito de energia.

 “Esses créditos poderão ser utilizados em até 60 meses subsequentes a geração. Esses créditos podem também serem abatidos em outra Unidade Consumidora que seja da mesma titularidade da geradora e esteja na mesma concessionária de energia”, explica Rios.

Com esse crédito, será possível consumir a energia oferecida pela distribuidora no período da noite e só pagar a diferença quando houver.

Rios ainda explica que o equipamento fotovoltaico será propriedade do cliente e, a partir do momento que estiver produzindo sua energia, ele pagará apenas a taxa mínima à concessionária de energia se o sistema estiver suprindo 100% de sua necessidade.

Caso o sistema tenha sua produção de energia solar limitada por algum motivo (ex. falta de telhado), o cliente pagará à concessionária somente pelo valor do que foi consumido e não foi produzido pelo seu sistema solar fotovoltaico”, complementa.

#4. E no período da noite? É possível armazenar energia solar?

Os sistemas convencionais de energia solar naturalmente não geram energia durante a noite (ausência dos raios solares). Porém, Rios explica que todo o projeto de geração de energia solar deve ser dimensionado para que consiga gerar energia suficiente durante todo o dia para que esta possa ser consumida durante a noite.

O armazenamento dessa energia poderá ser feito em baterias ou na própria concessionária de energia, caso dos sistemas On-grid e Híbridos, que são conectados à rede elétrica”, complementa o sócio da AWR – Tecnologia Solar.

Por fim, é importante também frisar que a geração de energia solar também irá ocorre caso o céu possua nuvens e permaneça nublado o dia todo, afinal não é o calor do sol que é captado pelas placas fotovoltaicas e sim os raios solares. Porém, a produção de energia tende a ocorrer em uma escala menor.

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Como se reinventar em época de afastamento social

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Já vou te avisando. Meu texto dessa semana tem uma linguagem um pouco diferente do que costumo adotar. Como colunista eu bem sei que esse espaço está relacionado a assuntos agro, técnicos ou não, mas desde o início eu tive liberdade para falar aqui de assuntos que eu quero e por isso resolvi abordar conceitos que remetem a religiosidade. 

O objetivo aqui não é fazer apologias a qualquer temática e não existe no texto qualquer forma de julgamento, mas para chegar ao ponto que eu quero, preciso contextualizar minha influência religiosa.

Fui criada em uma família eclética. Mão católica e pai, espírita. E para quem aqui pensar que por essa dualidade existiam conflitos familiares, posso garantir que não havia. Pelo contrário, havia sim uma sinergia entre os ensinamentos.

E ter sido criada em uma família assim, cresci altamente questionadora e mente aberta a vários conceitos e possibilidades. Aprendi que nada na vida acontecia sem um porquê. Que tudo estava relacionado a um contexto maior e que deveríamos tirar de momentos ruins lições para os momentos bons que logo retornariam.

Dentro do que aprendi, curiosamente me chamava atenção o fato que meus pais reforçavam que mesmo quando se queria muito algo era necessário demonstrar e reforçar nossas vontades com atitudes e não ficarmos apenas esperando a vontade divina. Aprendi desde cedo que nossas atitudes perante às adversidades fariam toda a diferença e que criariam um “carma bom” num futuro próximo.

Bom, tendo dito isso, agora posso lincar o meu aprendizado aos dias de isolamento social que a maioria de nós está vivenciando, no qual dúvidas são nossas melhores amigas e sensações, palavras e pensamentos nem sempre centradas nos alcançam. Nesses dias de quarentena, eu me deparei com uma realidade.

Comecei a ver pessoas próximas a mim perdendo foco, a fé e até mesmo a cabeça. Percebi que muitos de nós realmente não sabe lidar com o afastamento social e com o que isso representa para a maioria de nós: cancelamentos de compromissos, prestações de serviços e consequentemente queda brusca de receita no orçamento mensal e contas em atrasos ou endividamento.

Com tanta gente perto de mim demonstrando fragilidade em meio as incertezas eu passei a me questionar como eu poderia passar por elas (incertezas) e ainda sim ser fortaleza. Como eu, Andrea, poderia agir para garantir momentos mais leves a mim e aos que amo.

Como poderia eu me reinventar e extrair desse momento atual ferramentas que ajudassem meus próximos e que também contribuíssem para meu crescimento pessoal e profissional.

E essas têm sido perguntas recorrentes. Eu me questiono diariamente como posso dentro das minhas limitações fazer a diferença e ser um instrumento para ajudar o mundo e me ajudar também. Sim, pois eu também tenho os meus momentos de dúvidas, de questionamentos e de ausência de respostas certeiras. 

E foi aí que eu decidi redefinir meus propósitos. Se antes eu acordava agradecendo e projetando palavras chaves de sucesso e equilíbrio emocional, hoje passei a exercitar com maior intensidade tais exercícios. Passei a me conectar mais fortemente a Deus e a buscar em mim, através do exercício da fé, respostas que não tenho.

Em paralelo, passei a reforçar em mim algo que aprendi há muitos anos: Em momentos de crise, as pessoas e empresas se reinventam. Os conceitos se reconstroem.

Passei também a me questionar o que eu poderia fazer diferente em meu dia a dia que agregasse minha vida profissional. Não pense que aquqi foi diferente do que aconteceu a muitos que conhecemos. Minhas palestras foram canceladas, as consultorias que eu prospectava, abortadas, assim como os projetos de curto e médio prazos que estava desenhando. Sim, meu horizonte profissional também ficou sem grandes perspectivas.

Agora se para isso não tinha ou tem remédio, friamente eu me pus a analisar como seriam as coisas a partir do momento que os negócios retomarem. Como eu estaria profissionalmente na hora da retomada. Até porque isso vai acontecer. O vírus será controlado. As nações se voltarão a retomada progressiva do cotidiano. petróleo vai subir, bolsas aproveitar as oportunidades, os países vao precisar demandar alimentos... E com isso eu me peguei pensando em como eu gostaria de estar nesse momento. No momento em que as empresas voltassem a recontratar cursos, palestras e missões. No momento que os compromissos cancelados começassem a ser retomados?

E foi bem assim e há exatos 35 dias que eu me olhei com imparcialidade e decidi que eu estaria no melhor lugar da prateleira que pudesse e não simplesmente apenas na prateleira.

Decidi aproveitar meu tempo para colocar em ação tudo aquilo que eu procrastinava. Sim!!! Você ouviu bem. Eu do alto de minha “experiência” de 24 anos de profissão, estava cheia de vícios limitantes, achando que não tinha tempo prá nada e que minha rotina era toda calculada. Não era e hoje eu sei, ainda bem!

Percebi que eu consumia muito tempo pensando em assuntos diversos, em outras pessoas, que dava importância a assuntos vazios e vinha gastando meu tempo precioso em futilidades, perdendo tempo precioso em redes sociais e como uma malabarista tentando levar simultaneamente 5, 6 projetos diferentes.

De modo frio e calculista, identifiquei o que era prioridade pra mim e com base nisso desenhei estratégias.

Parei de ler a maioria das mensagens dos grupos de WhatsApp. Lá havia muita briga, ego, polêmicas, notícias sensacionalistas e vazias.

Passei a conversar com as pessoas por telefone e não apenas com um simples “oieeeee”, passei a ler conteúdos técnicos que me interessam, estudar inglês por pelo menos meia hora por dia, anotar minhas percepções, ideias, coisa que nos últimos anos estavam todas na esfera mental. Também aceitei com humildade o poder de alcance do mundo virtual, coloquei minha timidez de lado e abri uma conta no Youtube. O mundo virtual existe e pode ser um aliado.

Reconheci algumas limitações, passei a dizer mais “Não posso. Isso foge da minha alçada” e tudo como mágica me fez ter mais tempo para mim. Não de uma forma egoísta, mas da forma como sempre deveria ter sido, uma forma equilibrada. Até porque ninguém vai pagar minhas contas e viver meus problemas. E tudo isso isso me fez muito mais aberta a outras possibilidades.

Também montei uma rotina diária de trabalho e estipulei tempo por segmentos. O que era do blog, redes sociais, missões, produção de conteúdo escrito e de vídeo, enfim.

Passei a ler mais livros e reler material de cursos já feitos. Estabeleci horários para alimentação. Se antes era comum almoçar pelas 15 horas hoje 12:30 estou sentada à mesa. Com isso reencontrei o equilíbrio.

Bom, eu sei que nem todas as pessoas respondem aos mesmos estímulos da mesma maneira e o que funciona pra mim não significa que funcionará para você, mas tendo eu feto toda essa revolução na minha rotina só posso te incentivar a tentar também.

Defina seus objetivos e estabeleça as regras para alcança-los. Identifique suas aptidões e limitações. Respeite sua essência e se conecte a sua missão. Não se cobre tanto, mas tenha consciência que você pode mais.  Acredite sim em você, mãos à obra e boa sorte. E se quiser compartilhar, vou amar saber o que você tem feito para ser uma pessoa melhor.

Vamos com fé e fazendo nossa parte! Um abraço

  

 

 

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MAPA, MS e Senar lançam cartilhas de prevenção a covid-19

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Saúde (MS) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) desenvolveram uma cartilha com prevenções ao coronavírus, com foco na produção agro e em seus colaboradores. Um dos primeiros itens da lista é monitorar a temperatura corporal dos empregados ainda na entrada das propriedades.

E em caso de febre, a pessoa deve ser impedida de entrar na área do estabelecimento, devendo o caso ser imediatamente comunicado ao superior, ao RH ou ambulatório médico da propriedade rural, quando houver. Quem apresentar como febre, tosse seca e dificuldade respiratória, devem ser orientados a ficarem em casa, em quarentena por 14 dias, de forma a reduzir o contágio dos demais colegas. Quem mora com pessoas já diagnosticadas com a doença, também devem ser orientados a permanecer em quarentena em casa por 14 dias.

O ideal é que a pessoa fique sozinha em um quarto, ou em um cômodo da casa adaptado como quarto, se possível com um banheiro privativo. As portas do quarto devem ficar fechadas o tempo todo, mas as janelas devem ficar abertas para que o ambiente fique bem ventilado. O paciente só deve sair deste quarto em caso de necessidade (por exemplo, para ir ao banheiro se este for separado, ou para ir ao médico quando preciso). Se o doente precisa fazer algum tratamento com inalação (ou nebulização), deve fazer sempre dentro do quarto. As refeições também devem ser servidas dentro deste quarto.

Esses são os cuidados para evitar covid-19 na produção de café

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Mesmo em tempos de isolamento o café manteve sua posição de favorito nacional; dados da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) mostram um aumento de 35% no consumo do produto e espera-se a manutenção desse nível de consumo, o que- óbvio – vai depender da safra do café. Para o presidente da associação, Ricardo de Souza Silveira, a colheita está na fase inicial, mas será com maior qualidade e quantidade.

Com todo esse foco sobre o café em momento de covid-19 é válido tomar cuidados. Os governos de São Paulo e Minas Gerais desenvolveram cartilhas com boas práticas para a colheita dos grãos.

As dicas incluem evitar compartilhar ferramentas de trabalho como pás, rastelos e enxadas;

  1. Lavar e desinfetar caixas e equipamentos antes da colheita com solução clorada (900mL de água para 100mL de água sanitária)
  2. Higienizar com álcool a 70% as partes de contato direto com as mãos das ferramentas de trabalho, antes do início e após o término das atividades;
  3. Evitar contato direto com o solo ao empilhar as caixas, transportando-as o mais rápido possível para o processamento;
  4. Evitar dividir caronas nos veículos e compartilhar cabines;
  5. Manter os vidros das cabines abertos para maior circulação de ar;
  6. Em casos de trabalho em grupo, cada trabalhador deve se posicionar a uma distância mínima de 1,5m (um metro e meio) um do outro;
  7. O local de alimentação deve possibilitar lavagem das mãos com água e sabão;
  8. Quem prepara sua refeição ou lanche também deve estar atento(a) às regras de higiene em tempos de “guerra contra o Covid-19);
  9. Não compartilhar garrafas, copos, canecas, pratos, marmitas e talheres! Tenha sempre seu material

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A importância do agro neste momento e como se manter ativo para a retomada