Agrishow faz parte da divisão Informa Markets da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2018 In April


Trator conceitual movido à biometano é atração na Agrishow 2018

Trator conceitual movido à biometano é atração na Agrishow 2018

Já é possível reduzir em 30% os custos do funcionamento do trator e ter independência energética, graças a um combustível: o biometano. Um trator conceitual que utiliza o gás como combustível está na Agrishow 2018. Desenvolvido pela New Holland, em condições reais de campo, o novo conceito movido a biometano produz, pelo menos, 10% menos de emissões de CO2 e reduz o total de emissões em 80% em comparação com um motor padrão a diesel.

De acordo com o diretor de marketing de produtos da New Holland América Latina, Eduardo Kerbauy, muito do que foi apresentado com o trator conceito exposto na Agrishow 2018 é resultado de feedbacks de produtores rurais que têm utilizado tratores em suas produções.

O biometano pode produzido a partir de restos de colheitas e resíduos de culturas energéticas de origem agrícola, o que resulta em emissões de CO2 próximas a zero. Porém, as fazendas precisam de espaço para abrigar um biodigestor para produzir o gás. Esse biodigestor é alimentado com culturas energéticas especificamente produzidas, resíduos animais alimentares ou de culturas, pode-se utilizar o lixo coletado de fábricas de alimentos, supermercados e restaurantes, além dos materiais reunidos na fazenda.

Esse biogás produzido no biodigestor é transferido para uma estação de refinamento, onde é transformado em metano de grau combustível para acionar os veículos e as máquinas da fazenda. O metano também pode ser usado para alimentar um gerador para produzir eletricidade, que pode ser usada na fazenda, além de ser uma fonte elétrica extra para abastecer comunidades locais. Os subprodutos da biodigestão podem ser usados como fertilizantes naturais nos campos da fazenda.

Segundo a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), o potencial energético das biomassas (matéria orgânica usada como fonte de energia) no Brasil chega a cerca de 460 milhões de TEP (Tonelada Equivalente de Petróleo) em 2050. Já a Abiogás (Associação Brasileira de Biogás e Biometano) considera que o potencial nacional é de cerca de 20 bilhões de metros cúbicos ao ano nos setores sucroalcooleiro e na produção de alimentos.

Análise meteorológica e outras vantagens do IoT para o agronegócio

Análise meteorológica e outras vantagens do IoT para o agronegócio

Uma das principais dúvidas dos produtores de agronegócios em relação às tecnologias que têm em mãos é: o que fazer e como ler os dados gerados por essas ferramentas? A arquiteta de soluções IoT da Logicalis, Rafaela Macilha, comenta que os dados e as tecnologias advindos da Internet das Coisas precisam ajudar o produtor a planejar.

“Dado por dado não é interessante e tecnologia por tecnologia não resolve o problema”, comenta Rafaela. É preciso correlacionar as informações: por exemplo, em sistemas de irrigação que podem ser agendados, caso o produtor receba informações de que no dia seguinte haverá chuva, é possível desativar a irrigação.

Além de informações meteorológicas – com medidores de irradiação de raios ultravioleta e condições ambientais -, dentre as soluções oferecidas pelo IoT ao produtor é possível listar gestão de insumo, gestão de semente, saber quais e quantas peças de maquinários estão disponíveis para eventuais trocas, quantidade de defensivo, facilitando a decisão de quando é melhor plantar.

E para quem acredita que é difícil entender os dados, Rafaela lembra que algumas ferramentas apresentam telas adaptadas para cada usuário, pois alguns dados necessitam da análise do agrônomo ou do engenheiro agrícola. “O nível de elaboração das informações depende do problema e tamanho do produtor”, comenta a arquiteta de soluções IoT.

Relatório IoT snapshot 2017 da Logicalis revela que:

Dos entrevistados 37% afirmam que IoT é importante ou muito importante para seus negócios;

71% acreditam que o IoT será muito relevante nos próximos cinco anos;

56% das empresas do setor agrícola afirmam que a escolha das iniciativas se dá mais por decisão estratégica do que por comprovação do ROI.

Soluções para o pequeno produtor e agricultura familiar

Soluções para o pequeno produtor e agricultura familiar

A Agrishow 2018 traz ferramentas para facilitar a rotina de produtores do agronegócio de todos os portes, do chamado “pequeno” produtor até o grande. São inovações que ajudam em redução de custos ou mesmo ajudam a dobrar a produção de determinada cultura! Confira as inovações:

Para aqueles dedicadas à agricultura familiar focados em fruticultura, horticultura ou culturas adensadas como o café, há opção de tratores e microtratores entre 11 cv e 85 cv, mais leves e com baixo consumo de combustível.

Uma vertente da hidroponia, a aeroponia ajuda na produção de hortaliças folhosas, pimentas, plantas aromáticas e batata-semente utilizando luz artificial e nebulização. Com essa técnica, as raízes das plantas ficam suspensas no ar sendo alimentada por nebulização de gotículas de água carregadas de nutrientes. De acordo com pesquisadores da APTA (Agência Paulista de Tecnologia de Agronegócios), é possível com menos 90% de água produzir quatro vezes mais batata-semente.

Quem produz maracujá pode aprender com a APTA a utilizar a técnica de enxertia previne a morte prematura, doença que pode causar a morte de até 100% das plantas, inviabilizando produção nas áreas contaminadas.

A produtividade da lavoura da batata-doce pode ser duplicada usando a cultura de meristema, processo de obtenção de mudas livres de vírus, tecnologia também oferecida pela APTA.

Agrishow entrega tudo o que o produtor do agronegócio precisa

Agrishow entrega tudo o que o produtor do agronegócio precisa

“Não existe mais divisão entre ‘campo’ e ‘cidade’”; agricultura e indústria são a mesma coisa. O que é produzido em ‘centros urbanos’ é consumido no campo e vice-versa”, afirma Francisco Matturro, presidente da Agrishow 2018, 25ª edição da feira, lembrando que ambos segmentos do mercado caminham juntos.

De acordo com Matturro, quando a Agrishow foi realizada pela primeira vez em 1994, o Brasil passava por grandes dificuldades: a economia caminhava perdida, o que fazia com que o ambiente de negócios no país estivesse cercado de desafios. “Existiam muitas feiras que careciam do conceito de atender a demanda concreta das cadeias do agronegócio”, comenta.

Vale lembrar que o lembra que o perfil de feiras de negócios, ampliado pela Agrishow desde a sua criação, colaborou para empresa incentivassem seus departamentos de pesquisa a desenvolverem soluções ao produtor do agronegócio.

Confira coleções de tratores expostas na Agrishow 2018

Diversos tratores de várias coleções particulares estarão expostos na Agrishow 2018. A exposição “Memórias do Campo” conta com 21 veículos, sendo o mais antigo de 1921 e de vários países como Brasil, Estados Unidos e Itália, todos estacionados na Praça Central. Eles podem ser vistos durante toda a realização da Agrishow, de 30 de abril até 4 de maio.

Os visitantes da principal feira de tecnologia para o agronegócio na América Latina poderão conferir um modelo 8 N”, com tração 4×2, 25 cavalos, motor em linha quatro cilindros, movido à gasolina e fabricado em 1956 pela Ford nos Estados Unidos. Também estará no Memórias do Campo, o modelo “L25” da italiana Landini, com motor horizontal de 1 cilindro, potência de 25 cavalos, tração 4×2, movido a diesel e produzido em 1957.

Outro integrante da galeria que estará em exposição é trator CBT 3.000, com motor de V8, movido a etanol, produzido pela CBT Brasil (Companhia Brasileira de Tratores), em 1982. Ele é o equipamento com mais potência da coleção participar (110 cavalos). O último trator é um modelo “R”, fabricado em 1954 pela John Deere, com motor horizontal de dois cilindros, potência de aproximadamente 70 cavalos, movido a diesel.

Veja imagens de alguns dos tratores da exposição Memórias do Campo:

 

Redução de custos e mais 7 vantagens da gestão agrícola automatizada

O QUE REPRESENTA UMA GESTÃO AGRÍCOLA AUTOMATIZADA
Redução de custos e mais 7 vantagens da gestão agrícola automatizada

O aumento da produtividade aparece como a principal vantagem quando o produtor adota a automação agrícola. Indo além da produtividade, os sistemas de gestão agrícola automatizada chegam para modernizar, simplificar e otimizar a vida do produtor.

“Com o uso de tecnologias inovadoras e integradas o produtor pode gerar mais dados de produtividade agrícola, usufruindo de um mapeamento completo da sua área de plantio. Conseguindo, assim, analisar condições que podem ser prejudiciais ao futuro da safra”. É o que comenta Silvia Massruhá, chefe-geral e pesquisadora da Embrapa Informática Agropecuária.

Esses sistemas de gestão agrícola automatizada também possibilitam ter uma visão geral e detalhada da fazenda. Desta forma, conseguindo controlar as safras com maior previsibilidade, fazer comparativos quanto a rentabilidade e à gestão de insumos.

Gestão agrícola automatizada é confiável

Ao ser realizada de forma confiável, a coleta de dados dá suporte para análises avançadas que ajudam a entender o desempenho do negócio, a necessidades de clientes e as tendências do mercado. A coleta de dados indica o que realmente está acontecendo na propriedade, reduz as decisões empíricas e aumenta as decisões que têm maior respaldo em questões técnicas.

“Só se pode tomar decisões corretas com base em dados reais”, aponta o professor do Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP (Universidade Estadual Paulista), Paulo Roberto Arbex. Além disso, os sistemas de gestão agrícola automatizada provem informações para a confecção de relatórios financeiros da forma como solicitados pelos sistemas bancário e de crédito.

Para alcançar tantos resultados positivos, o responsável pela produção recebe em tempo real os dados que ajudam na tomada de decisão. Todos são obtidos por sensores instalados no campo (presentes em máquinas, drones, solos, plantas, animais etc.). “Toda a coleta via sensores reflete em diminuição de custos e aumento da produtividade, desde que feita de maneira correta”, completa o professor.

Como os dados são recebidos em computadores, tablets e smartphones por meio de conexão via internet, as atividades ficam mais acessíveis. Além de permitirem que a tomada de decisões estratégicas aconteça sem a necessidade de o gestor estar fisicamente na propriedade.

8 vantagens da gestão agrícola automatizada

Podemos indicar que a adoção de um sistema de gestão agrícola automatizada conduzirá o produtor a se beneficiar das seguintes vantagens:

1. Integração entre todas as áreas ligadas ao sistema de produção

2. Visão mais consolidada da atividade, garantida pela maior capacidade de coleta, armazenamento, estruturação e análise dos dados

3. Otimização no uso do capital

4. Melhor eficiência na gestão de pessoas e insumos

5. Maior respaldo, agilidade e eficiência na tomada de decisão, reduzindo-se a possibilidades de falhas

6. Redução de custos e aumento dos lucros

7. Aumento da capacidade competitiva no mercado

8. Maior capacidade no controle de pragas

software-gestao-agricola-automatizada

*Este conteúdo é um publieditorial sob responsabilidade de SOLINFTEC.

Como devo me preparar para adotar o Big Data em pecuária?

Como devo me preparar para adotar o Big Data em pecuária?

Você está pensando em adotar tecnologias de Big Data no seu negócio pecuário? Então fica um alerta: o Big Data sozinho não resolverá seus problemas, sendo necessárias ações prévias quanto ao sistema de produção.

O pesquisador da Embrapa Sudeste (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Alberto Bernardi, destaca que existe o momento certo para o produtor a adotar estas tecnologias. “Se o produtor não faz o básico, se ele não executa as boas práticas de manejo, como alimentação, sanidade e manejo adequado, não adianta achar que o uso de tecnologias vai resolver os problemas”.

Segundo Bernardi, o produtor precisa conhecer e dominar bem o sistema de produção. Isso porque a tomada de dados não será feita em todo sistema, e também não serão coletados todos dados possíveis.

Mas quais dados medir e armazenar?

Bernardi indica que depende do sistema e do que se quer medir. Ele dá exemplos:

Medidas de ganho de peso são dados simples, mas de grande valor em sistema de confinamento que analisados juntamente com dados de consumo, será possível tirar informações sobre eficiência dos animais. Já em um sistema de leite, os dados de produção individual são os essenciais”.

Por isso, é muito importante também o auxílio técnico, para auxiliar na interpretação dos dados. “Com a automatização dos sistemas é possível de tornar estas interpretações parte do sistema, possibilitando que sejam criados alertas para os produtores e técnicos”, sugere Bernardi.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Guilherme Cunha Malafaia, também é fundamental ao produtor buscar o apoio de instituições e empresas que facilitam a utilização de ferramentas inovadoras. “Embora não pareça, as tecnologias baseadas em dados estão presentes em cada etapa no processo produtivo da cadeia produtiva da pecuária, e estar a par delas é imprescindível”, finaliza.

A tendência é que o uso do Big Data cresça rapidamente na pecuária, aumentando a capacidade da gestão da atividade. Assim, pecuaristas e empresas do setor pecuário precisam se preparar para adotar essas tecnologias.

Dúvidas para visitar a Agrishow? Nós te ajudamos!

Dúvidas para visitar a Agrishow? Nós te ajudamos!

A Agrishow 2018 abre suas portas ao público dia 30 de abril de 2018 – e encerra suas atividades às 18h00 da sexta-feira 4 de maio de 2018. Como a feira é um dos maiores encontros mundiais de agronegócios e a maior da América Latina, por reunir as principais soluções para o produtor, é comum que o visitante encontre filas na bilheteria para comprar seus ingressos.

A melhor maneira de evitar filas e entrar mais rapidamente na Agrishow 2018 é antecipando a compra de seu ingresso utilizando o site: https://www.agrishow.com.br/pt/visitar/ingresso-agrishow.html, o que além de facilitar sua entrada também custa menos!

Vale lembrar que menores de cinco a 11 anos de idade e pessoas acima dos 60 anos pagam meia entrada. Visitantes entre 12 e 59 anos pagam entrada com valor inteiro. Quem tem mais de 14 anos de idade pode entrar sem a companhia de adultos.

Toda a programação da Agrishow2018 pode ser conferida no nosso site oficial: https://www.agrishow.com.br ou via aplicativo que pode ser baixado gratuitamente em smartphones que utilizam sistemas Android ou IoS.

Alimentação

Durante a Agrishow2018 os visitantes e expositores podem encontrar diversas opções de alimentação. Desde restaurantes a food trucks. A média do valor gasto para almoço na feira é de R$ 50,00. Atenção para os horários de pico, pois você pode encontrar filas para se alimentar também, se possível opte por horários alternativos.

Estacionamento

Uma maneira de facilitar seu acesso à Agrishow2018 é estacionar próximo de onde está seu stand. Caso você esteja localizado da entra sul até a metade da feira, recomendamos que você estacione próximo à entrada sul. Mas, no caso de seu stand estar localizado do meio da feira em diante, é melhor deixar seu carro perto da entrada norte.

6 motivos para você comprar antes sua entrada para Agrishow

6 motivos para você comprar antes sua entrada para Agrishow

A Agrishow movimenta o agronegócio brasileiro, reunindo profissionais de todo o território nacional e de diversos outros países que buscam por soluções que facilitem suas rotinas e que possam, também, melhorar seu faturamento. Vale lembrar que a entrada da feira é paga, e que pessoas com mais de 60 anos podem adquirir seu ingresso com desconto de 50% somente na bilheteria local da feira de acordo com o Estatuto do Idoso (Lei nº10.741/2003, cap V, art 23).

Estudantes podem adquirir a meia-entrada na bilheteria do evento mediante apresentaçãodo documento comprobatório pelo próprio cliente. Terá direito à meia entrada o visitante que estiver regularmente matriculado em instituição de ensino, Pública ou Privada, nível Fundamental, Médio, Técnico, Superior ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e/ou Doutorado).

É necessário apresentar documento de identificação oficial original com foto, válido em território nacional, dentro do prazo de validade e: (i) a carteira de identificação estudantil (CIE), nos termos do regulamento, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado; (ii) Declaração Original, emitida em papel timbrado, carimbada e assinada pela instituição de ensino. Menores de 14 anos devem estar acompanhados de pais e/ou responsáveis.

Mas caso você não pretenda comprar meia-entrada confira as vantagens em adquirir seu ingresso antecipadamente:

  1. Você pode comprar seu ingresso antecipadamente online, pelo clicando aqui: https://www.agrishow.com.br/pt/visitar/ingresso-agrishow.html
  2. Pode pagar usando seu cartão de crédito. Afinal, nos guichês da Agrishow só são aceitos cartão de débito e dinheiro;
  3. O valor do ingresso online é de R$40,00. Mais barato do que comprado na entrada da feira;
  4. Você pode imprimir seu ingresso em qualquer impressora em papel A4;
  5. Evita filas na hora da entrada;
  6. Aproveita melhor sua visita à Agrishow para conhecer as novidades e fortalecer seu networking.

Ferramenta de previsão do tempo ajuda a melhorar produção

Ferramenta de previsão do tempo ajuda a melhorar produção

Administrar os efeitos do clima na produção é um dos maiores desafios no agronegócio, afinal chuva de calor “de mais” ou “de menos” podem prejudicar toda uma safra. E como é impossível controlar atividades climáticas, a solução é usar informações disponíveis sobre o tempo e com elas planejar seus passos.

Existem diversas soluções ao alcance do produtor, como estações agrometeorológicas - conjunto de instrumentos ou sensores que recolhem dados para análise do tempo. Essas ferramentas captam registros de temperatura e umidade do ar, velocidade e direção do vento, radiação solar, chuva, pressão atmosférica, entre outras variáveis. E podem ser automáticas (com coleta informatizada) ou convencionais (exigem a presença de uma pessoa para coletar os dados).

Para quem quiser saber mais sobre como o clima a seu favor, durante a Agrishow 2018, a Climatempo vai apresentar 13 palestras sobre impactos da geada, período de queimadas e efeitos do El Niño e La Niña e seus impactos nas safras 2018/2019, além de como o Brasil está se transformando em uma superpotência do tempo e clima.