Agrishow faz parte da divisão Informa Markets da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2018 In March


Quais ferramentas para o futuro da irrigação para o agronegócio?

 

Água é um tema cada vez mais importante. Tendências em irrigação indicam uso internet das coisas, de big data analytcs com computação em nuvem para melhores tomada de decisões. Professor da UFABC (Universidade Federal do ABC), Carlos Alberto Kamienski, comenta quais as principais inovações que estão sendo desenvolvidas para melhorar os sistemas de irrigação para o agronegócios, como o projeto SWAMP realizado em parceria com a Europa.

De acordo com Kamienski, o primeiro passo para implantar qualquer inovação no sistema de irrigação ou automatizar a fazenda é a predisposição do produtor em melhorar. "A ideia é ter cada vez mais informação sobre o campo, a cultura, o tempo e sobre o solo, com sensores que capturam informações sobre umidade e temperatura, ou mesmo drones para daí irrigar com eficiência", comenta o professor.

5 tendências de mercado que vão te ajudar a vender mais e melhor!

5 tendências de mercado que vão te ajudar a vender mais e melhor!

Uma mudança no comportamento do consumidor e novas tendências tecnológicas estão influenciando a maneira de fazer negócios, incluindo o segmento agro.  De acordo com análises da consultoria Gartner, o setor de agronegócios deve receber um aumento de investimentos acima de 4% em 2018, movimentando aproximadamente US$3,7 trilhões. De olho nesses números – e nas tendências de comportamento -  é possível vender mais!

5 tendências para comercializar melhor:

Foco no cliente: consumidores procuram por exclusividade, transparência com marcas e empresas e sentimento de satisfação. Defina estratégias que coloquem o consumidor como centro dos negócios com um bom atendimento (pré e pós-venda) para que ele volte e indique seus serviços;

Aposte na sustentabilidade: consumidores estão preferindo empresas que se preocupam com o meio-ambiente e que sejam sustentáveis. Pesquisa da consultoria Nielsen, mostra que para 45% de seus entrevistados engajamento com o meio ambiente tem o poder de influenciar positivamente em uma decisão de compra. Assim, implantar ações que evitem desperdício, por exemplo, pode atrair novos clientes, além de reduzir gastos internos;

Invista no seu e-commerce: números da Alshop (Associação Brasileira de lojistas de Shopping) mostram que vendas do varejo online são 4,3% do total de transações no Brasil em 2017, valor maior do que o de 2016, 3,8%. Por outro lado, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico afirma que no setor eletrônico o aumento foi de 12%, em 2017. E para 2018, a associação prevê um crescimento de 15%;

Conheça o Inbound Marketing e faça dele seu aliado: estratégias de marketing são indispensáveis para melhoras suas vendas. Atualmente estamos cada vez mais imersos e dependentes de ambientes digitais. Assim, uma solução é desenvolver ações que contem com produção de conteúdo que chame a atenção do consumidor em meio a grande oferta de informação da internet. O Inbound Marketing inverte a lógica de anúncios de comunicação que colocam o consumidor como um agente passivo da mensagem, e atraí-lo através da criação de conteúdo relevante. Estudo do iMedia Connection indica que depois do consumo de conteúdo relevante, 60% dos clientes tem uma visão mais positiva das marcas e das empresas. E de acordo com Hubspot, um obter um lead com inbound é quase 50% mais barato do que se usarmos o marketing tradicional;

Inteligência artificial: o investimento em tecnologia é cada vez maior. Logo adotar ferramentas e sistemas inteligentes ajudam a fortalecer os times de vendas. A automação nas empresas pode agilizar tomadas de decisões, que podem também ser mais assertivas. Pesquisas da Salesforce mostram que mais de 70% das empresas perceberam que suas vendas aumentaram com a automação de processos. Além disso, 51% dessas empresas acreditam que até 2020 será possível prever as necessidades de seus clientes.

Energia solar fotovoltaica reduz custos com energia ao produtor rural

 

 

A energia solar fotovoltaica chegou para mudar o mercado! Uma de suas maiores vantagens é a possibilidade de economia imediata ao produtor envolvido com agronegócio, por ser relativamente mais barata do que a energia elétrica, e pela possibilidade de ser comercializada tornando-se uma fonte de renda alternativa ao produtor. Especialistas afirmam que a energia gerada pode ser comercializada com produtores vizinhos ou mesmo com cidades próximas às fazendas.

 

 

Outras vantagens destacadas por especialistas são que o Brasil recebe grande irradiação solar, o que transforma o país em uma boa fonte de energia solar fotovoltaica, e dispomos de grande extensão territorial. “Quanto mais área, mais energia fotovoltaica”, afirmam.

 

 

Vale lembrar que essa área, não precisa ser necessariamente o solo, placas para receber irradiação solar e começar o processo de geração de energia solar fotovoltaica pode ser instaladas sob os tetos de galpões de armazenamento.

 

“Agrishow é o melhor lugar para buscar informações”. Conte também sua história

“Agrishow é o melhor o melhor lugar para buscar informações”. Conte também sua história

Frequentador de várias feiras de diversos segmentos - indústria, comércio e agropecuária – o paranaense de Contenda, Michael Gonçalves, esteve em 2017 pela primeira vez na Agrishow – embora já assistisse pelo Youtube os vídeos das edições anteriores. “Fiquei impressionado com a organização e cuidado na montagem dos standes por parte dos expositores”.

O interesse em participar da feira aumentou junto ao fato de Gonçalves trabalhar na área de agronegócios de um grande banco, por querer estar sempre atualizado e pelo seu interesse pessoal em novas tecnologias e sobre o que está acontecendo no mercado, além de possuir uma pequena propriedade onde começou a produzir grãos.

Por isso, Gonçalves considerou que o melhor lugar para buscar informações seria a Agrishow, pois lá estavam reunidos vários fabricantes de equipamentos, "o que facilita a pesquisa, e afirmo que minhas expectativas foram superadas".

Durante sua visita, o paranaense gostou de ver, principalmente, através de conversas a "paixão" dos expositores e visitantes pela atividade agropecuária, que apesar de terem que enfrentar o mercado, o clima e outras variáveis desfavoráveis, não desistem da área que carrega o Brasil nas costas.

Por um bom motivo Goncalves não poderá participar da Agrishow 2018; o filho dele irá nascer em dias próximos aos da realização da feira. Mas para 2019, o paranaense tem boas expectativas: “para minha próxima visita são de que eu já esteja com minha ‘roça’ consolidada e além de ser um visitante eu possa ser um ‘comprador’ de equipamentos.

Coleção particular de tratores será exposta durante Agrishow

Visitantes da Agrishow poderão realizar uma viagem no tempo em um espaço dedicado às relíquias do agronegócio; são quatro tratores da coleção particular de Antonio Tittoto, de 1954, 1956, 1957 e 1982, norte-americanos, italiano e brasileiro; movidos à diesel, etanol e gasolina que estarão expostos durante cinco dias de uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo e a maior e mais importante na América Latina. Confira uma prévia dos tratores que estarão por lá:

 

 

O primeiro trator da galeria é um modelo "8 N", com tração 4x2, 25 cavalos, motor em linha quatro cilindros, movido à gasolina e fabricado em 1956 pela Ford nos Estados Unidos. O segundo integrante da galeria é um "L25" da italiana Landini, com motor horizontal de 1 cilindro, potência de 25 cavalos, tração 4x2, movido a diesel  e produzido em 1957. Já o terceiro trator é o com mais potência: 110 cavalos, um motor de V8, movido a etanol; o CBT 3.000 foi produzido pela CBT Brasil (Companhia Brasileira de Tratores) em 1982. O último trator da galeria é um modelo "R", com motor horizontal de dois cilindros, potência de aproximadamente 70 cavalo-vapor, movido a diesel, fabricado em 1954 pela John Deere.

*fotos de Antonio Tittoto

Aplique o Big Data na cultura de algodão em 3 passos

Aplique o Big Data na cultura de algodão em 3 passos

Como de fato implantar tal tecnologia nas lavouras de algodão? A gerente técnica da Taranis Brasil, Franciele Trentini, indica essencialmente três passos importantes.

O primeiro passo indicado pela especialista é fazer o georreferenciamento da lavoura. A partir de então é possível visualizar no mapa todas as anomalias que ameaçam a lavoura, para posteriormente planejar uma ação localizada.

O segundo passo é a capacidade do agricultor em se atentar ao timing da coleta de dados. Esse timing faz referência a qualidade, a capacidade e a quantidade dos dados gerados.

Por fim, o terceiro passo, relatado por Francieli, faz referência ao processamento e análise de todos os dados que deve ser realizada em tempo real. “Isso possibilita que o produtor possa agir de forma eficaz e rápida”, ressalta.

Mas é claro, que para implantar o Big Data, o produtor de algodão deve, necessariamente, ter o acompanhamento de empresas e profissionais qualificados que terão capacidade de programar os sistemas computacionais da forma mais eficiente possível.

Por fim, a gerente técnica afirma que o emprego do Big Data no campo já não é mais uma tendência, e sim uma realidade. “Os dados gerados pelo Big Data são o mais novo insumo para o aumento da produção de nossas lavouras, inclusive a de algodão e serão fundamentais”, finaliza.

Futuro da alimentação desafia agronegócio. Como ser parte da solução?

Futuro da alimentação desafia agronegócio. Como ser parte da solução?

De acordo com análise do INED (Instituto Francês de Estudos Demográficos), em 2050, seremos 10 bilhões de pessoas no mundo; contra 7,3 bilhões em 2015. As estimativas aumentam a responsabilidade e os desafios daqueles que trabalham diariamente par a suprir a demanda da humanidade por alimentos, como os agrônomos e outros cientistas que atuam na área, técnicos e, principalmente, os produtores rurais. E os fertilizantes têm se mostrado a principal ferramenta sustentável para fazer frente à demanda crescente de alimentos

Com o crescimento demográfico global, o uso sustentável dos adubos é essencial para recompor os minerais do solo e garantir o alimento saudável na mesa dos cidadãos. Segundo diretor do Centro de Solos do Instituto Agronômico de Campinas e coordenador da iniciativa Nutrientes Para a Vida, Heitor Cantarella, solos agrícolas têm capacidade limitada de fornecer nutrientes e perdem sua fertilidade, ou mesmo se esgotam, com as sucessivas colheitas.

“Desenvolvimento da genética e o aprimoramento das plantas resultam em culturas mais produtivas e com características desejáveis para o consumidor. Esse potencial dos novos cultivares exige a fertilização adequada para se expressar. O benefício dos fertilizantes se manifesta duplamente”, reforça Cantarella.

Ainda na opinião do coordenador da Nutrientes Para a Vida, é preciso estimular os grandes e pequenos produtores a empregarem corretamente os fertilizantes nas suas lavouras. Pequenos produtores podem, inclusive, beneficiar-se mais dessa prática já que, com pouca área disponível, precisam garantir a produtividade para manter a sustentabilidade econômica de seu empreendimento.

Produção de milho

Uma das soluções que melhorado do cereal é um fertilizante a partir de algas marinhas do tipo Lithothamnium. Além de possuir elementos orgânicos, como aminoácidos, a porosidade da parede celular da alga auxilia na liberação dos nutrientes para o solo, elevando a qualidade do grão.

Big Data melhora o desempenho produtivo do algodão

Big Data melhora o desempenho produtivo do algodão

O agronegócio do algodão está passando por profundas e importantes transformações nos últimos anos devido, principalmente, ao rápido avanço de diversas tecnologias. O Big Data é uma destas tecnologias que está cada vez mais presente no cultivo do algodão brasileiro.

Com o avançar da tecnologia, o Big Data vem se tornando ainda mais recorrente no campo, devido ao impacto positivo que ele pode trazer quando bem utilizado.

Franciele Trentini, gerente técnica da Taranis Brasil, startup israelense especializada em Big Data e Machine Learning para o agronegócio, indica que o Big Data aplicado no campo, seja no cultivo do algodão, seja nos demais cultivos, impacta de forma direta o manejo da lavoura à medida que somos capazes de coletar um grande volume de dados precisos e georeferenciados em curto período de tempo.

Tais dados, por sua vez, serão utilizados para dar maior embasamento para as tomadas de decisão, como explica a gerente técnica da Taranis Brasil.

Esse grande volume de dados históricos, quando associados a plataformas inteligentes conectadas, geram informações de extrema valia para construção de uma tomada de decisão assertiva no manejo do cultivo de algodão”, afirma.

O uso do Big Data melhora o desempenho produtivo do algodão

A tecnologia, que terá o Big Data como principal representante melhora significativamente o desempenho produtivo da cultura de algodão.

O Big Data contribui com a produtividade pois apresenta um diagnóstico claro e preciso de todas as anomalias presentes na lavoura como a incidência de insetos, severidade de doenças, falha na emergência e plantas invasoras”, explica Francieli.

Ainda segundo Franciele, o Big Data contribuirá com a correta identificação e quantificação destas anomalias, inclusive gerando alertas e os chamados mapas de calor ou heat maps que contribuirão com uma ação no timing correto.

Ela indica que este impacto positivo da tecnologia no desempenho produtivo da cultura do algodão refletirá diretamente na otimização dos recursos utilizados durante todo o ciclo da cultura que demanda um número de pulverizações acima da média dos demais cultivos, podendo chegar a 21 pulverizações no decorrer da safra.

O excedente de pulverizações é devido a pressões de anomalias no cultivo do algodão como é o caso do bicudo – praga de maior relevância econômica desta cultura. O Big Data irá otimizar os recursos destinados às pulverizações”, explica.

4 tecnologias prometem deixar sua fazenda mais conectada. Saiba quais são!

4 tecnologias prometem deixar sua fazenda mais conectada. Saibas quais são!

Comenta-se no mercado que o acesso à conectividade ainda representa um problema para a maioria dos produtores no Brasil, principalmente em função da cobertura incipiente das redes móveis públicas (celulares 2G/3G/4G) nas áreas rurais e remotas. Mesmo nos casos de propriedades rurais que conseguem algum acesso por estarem localizadas próximas a uma cidade ou rodovia, em muitos casos a qualidade do sinal não é satisfatória, por se tratarem de áreas periféricas de cobertura das redes móveis públicas.

É fato que a falta de conectividade tem impacto bastante significativo nas áreas rurais e remotas no Brasil, tanto em função da população não atendida quanto da demanda tecnológica crescente no agronegócio - segmento econômico estratégico para o país.

Entretanto, o desafio de prover conectividade em áreas rurais e remotas é global - portanto, não se restringe apenas ao Brasil. Como exemplo, a figura abaixo representa a quantidade de conexões M2M (Machine-to-Machine) em nível global baseadas em redes móveis públicas.

Especialistas apontam que as principais tecnologias de conectividade empregadas no Brasil para atender o agronegócio são:

  1. Satélites: ainda são utilizados majoritariamente para localização (ex:GPS), e pouco utilizados para transmissão de dados no campo;
  2. Redes móveis públicas (celulares): em função da cobertura incipiente das redes 2G e 3G na maior parte das áreas rurais do país, esta infraestrutura é ainda pouco utilizada no agronegócio;
  3. Rádios trunking de voz: trata-se, provavelmente, da infraestrutura de comunicação mais utilizada no agronegócio brasileiro. Com base nessas redes de voz, tipicamente privadas, as operações em campo são coordenadas, sendo mais empregadas em segmentos com maior nível de mecanização nos processos de plantio e colheita. Normalmente operam em faixas licenciadas e canais faixa estreita abaixo de 1 GHz;
  4. Redes de telemetria: utilizadas para transmissão de dados em baixas taxas, operam tipicamente em faixas de frequência não licenciadas, com coberturas que variam de centenas de metros a alguns quilômetros. São uma alternativa para viabilizar conexão de dados baixa taxa no campo, em redes privadas.

Todos os tipos de irrigação são indicados para o algodoeiro?

Todos os tipos de irrigação são indicados para o algodoeiro?

Com exceção da microaspersão, todos os outros sistemas de irrigação podem ser utilizados para o cultivo do algodão.

Segundo o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Algodão (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e doutor em Engenharia Agrícola, João Henrique Zonta, os sistemas de irrigação localizada, como gotejamento e gotejamento subsuperficial apresentam a vantagem de terem maior economia de água, além disso não molham a parte aérea da planta, minimizando a incidência de doenças foliares.

Esses sistemas são muito recomendados para regiões onde a disponibilidade hídrica não é abundante”, explica o pesquisador.

Já os sistemas como o Pivot Central, apesar de apresentarem uma maior demanda de água e menor eficiência de irrigação para algodão, são os mais apropriados para grandes áreas, devido a facilidade de instalação e manejo.

Independente do sistema a ser adotado, o ideal é que o produtor faça um estudo da sua área (tipo de solo, topografia, tamanho da área, disponibilidade e qualidade da água, clima, mão de obra disponível) de modo a optar pelo sistema mais adequado para sua condição”, sugere Zonta.

O pesquisador indica também que o tipo de algodão - convencional, transgênico, colorido, orgânico, fibra longa - não exercerá diferença quanto ao sistema de irrigação a ser utilizado.

Na verdade, pode existir alguma diferença no manejo da irrigação para algodão em função do ciclo da cultura. “Alguns materiais específicos, como o colorido e o fibra longa apresentam ciclo mais tardio, e assim necessitam ser irrigados por um período maior de tempo”, explica.

Qual a quantidade ideal de água para a irrigação?

A necessidade hídrica do algodão apresenta algumas variações em função do clima da região e do ciclo da cultura, como sugere Zonta:

Em regiões com temperaturas elevadas, umidade relativa do ar baixa, alta insolação e alta velocidade do vento (caso da região nordeste), a evapotranspiração da cultura é mais elevada. Assim, a necessidade de água da cultura do algodão durante seu ciclo varia entre 600 e 700 mm bem distribuídos durante o ciclo”.

Segundo o pesquisador, na fase inicial, a demanda de água da cultura gira em torno de 2 mm/dia, vai se elevando até alcançar valores entre 6 e 9 mm/dia na fase de florescimento e enchimento das maçãs, e decresce para valores em torno de 2 a 3 mm por dia após a abertura das maçãs até o encerramento do ciclo.

Esses valores podem ser usados como referência para a dimensionamento de sistemas de irrigação para algodoeiro. Porém, Zonta explica que para o correto manejo da irrigação, o ideal é que o produtor utilize algum método e/ou equipamento para determinar a demanda de água da cultura ao longo do ciclo.

Tal ação evita perdas de produtividade e qualidade da fibra decorrentes do déficit hídrico ou do desperdício de água e energia pela aplicação em excesso, elevando o custo de produção”, finaliza.