Agrishow faz parte da divisão Informa Markets da Informa PLC

Este site é operado por uma empresa ou empresas de propriedade da Informa PLC e todos os direitos autorais residem com eles. A sede da Informa PLC é 5 Howick Place, Londres SW1P 1WG. Registrado na Inglaterra e no País de Gales. Número 8860726.

Sitemap


Articles from 2020 In February


Profissionais do agro do futuro: a importância da capacitação

capa-profissionais-do-agro-do-futuro.jpg

*MSc. Eng. Agrônoma Gressa Chinelato - Lavoura10 (Aegro)

O agronegócio é um setor fundamental para a economia do país, representando cerca de 21% do PIB brasileiro.

Para que ele siga com toda essa pujança, novas tecnologias e técnicas estão sempre sendo inseridas no campo, para melhorar a gestão da empresa rural, a produtividade e a margem de lucro do produtor.

Mas não é só a empresa rural que precisa mudar, os profissionais do agro devem se capacitar para agregar cada vez mais valor ao setor.

Por isso, neste texto vamos abordar a importância da capacitação profissional para o agronegócio do futuro. Confira!

Tecnologia e a capacitação de profissionais do agro

A tecnologia está se inserindo cada vez mais na agricultura, sendo utilizada em um número cada vez maior de atividades no agronegócio.

Se pensarmos que com um clique no celular já temos os dados da lavoura – ao utilizarmos um software agrícola para a gestão da fazenda –, percebemos que isso já é uma realidade.

O aumento de tecnologias no campo foi identificado com o Censo Agro do IBGE. A pesquisa mostrou que cerca de 1.430.156 produtores declararam ter acesso à internet em 2017, contra apenas 75 mil em 2006 – um aumento de 1.900%.

Já o acesso ao telefone passou de 1,2 milhão para 3,1 milhões, alta de 158% entre 2006 e 2017.

Esses números mostram o reflexo do crescimento da tecnologia utilizada no campo ao longo dos anos.

Com tanta tecnologia, é preciso realizar a capacitação dos profissionais do agro, ou seja, aprimorar os conhecimentos técnicos dentro da sua respectiva profissão no agronegócio.

Com a qualificação profissional, os trabalhadores obtêm os conhecimentos e habilidades necessários para exercer sua ocupação com excelência.

Os profissionais do agro necessitam de qualificação profissional e atualização constante para se aprimorar na profissão, ainda mais quando pensamos no futuro e nas mudanças que podemos esperar no agronegócio, principalmente com novas técnicas e tecnologias.

Afinal, não adianta ter alta tecnologia na lavoura se o profissional do agro não consegue colocá-la em prática para melhorar a produtividade e a gestão das atividades.

Importância da capacitação de profissionais do agro do futuro

É comum escutarmos que é necessário estudo para conduzir uma empresa rural.

Mas nem sempre foi assim. Se antes era falado que “Se não estudar, vai ter que trabalhar na roça”, hoje é exatamente o contrário: “Para trabalhar na roça, você precisa estudar!”.

Antigamente, esse desestímulo acontecia porque o trabalho no campo exigia um grande esforço físico, já que não havia muita tecnologia, o que não atraía os jovens.

Agora, esse contexto mudou. As pessoas que querem exercer alguma atividade no setor do agro precisam de muito estudo.

É essencial obter e analisar todos os dados da lavoura, utilizar as novas tecnologias para melhorar a gestão da empresa rural e se manter competitivo como um bom profissional do agro no mercado de trabalho.

É claro que a experiência prática no campo e nas atividades do agro também são muito importantes, mas também é necessário se capacitar para as novas tecnologias e atividades.

Para o engenheiro agrônomo, Dirceu Gassen, que foi um importante pesquisador na área de fisiologia de plantas, a informação e o conhecimento são chaves para a agricultura. E ele ainda afirmou que a essência da evolução é o treinamento.

Gassen nos mostrou a importância do conhecimento para a agricultura e também para o profissional do agro em um mundo tão competitivo e com tanta tecnologia.

Isso também foi comentado por Fernando Couto de Araújo (gerente de educação formal do Senar Goiás):

“O profissional deve estar atento às mudanças tecnológicas que surgem constantemente, buscando se capacitar continuamente para acompanhar esta elevação no nível de tecnologia e ocupar posições estratégicas dentro do setor do agronegócio. As atividades agrícolas e pecuárias estão cada vez mais competitivas, com margens de lucro cada vez mais estreitas. Portanto, os profissionais envolvidos devem realizar suas atribuições com eficiência, para contribuir para a viabilidade destas atividades.”

Um bom exemplo de sucesso de profissionais que se capacitaram são as Mulheres no Agro, que hoje estão revolucionando a pecuária.

Isso mostra como a capacitação é importante na atualidade e também para o futuro do agro.

Mas quais as áreas do agronegócio em que a tecnologia será mais relevante no futuro? É importante conhecer essas tendências para saber em que áreas vale a pena se capacitar.

Áreas do agro que podem ser destaque no futuro

As áreas do agro que podem ter destaque no futuro são as que envolvem tecnologia e estão relacionadas com agricultura digital.

/sites/agrishow.com/files/DRONE-CRV-660x330.jpg

Tecnologia: Lavouras de cana e soja otimizam processos com uso de drones

(Fonte: Canal Jornal da Bioenergia)

Algumas áreas que podem se destacar no futuro, segundo Chamochumbi (gestor da Usina da Inovação), são:

  • Ciências Agrárias;
  • Gestão, de uma maneira geral;
  • Desenvolvimento e suporte das soluções tecnológicas.

Lembrando que alguns serviços e categorias que ganharam destaque nos últimos anos foram:

  • Plataformas de gestão de custos e produtividades;
  • Soluções de rastreabilidade;
  • Controle biológico;
  • Sistemas integrados;
  • Processamento de imagens;
  • Mecatrônica e robótica.

Agora que você entendeu qual a importância da capacitação profissional, veja esta dica para se capacitar no agro.

Dica importante para capacitação de profissionais do agro do futuro

Para ser um bom profissional do agro, além de ter o conhecimento técnico, você precisa ter uma boa comunicação, visão estratégica, ser criativo e saber trabalhar em equipe, entre outros requisitos. E também se capacitar tecnicamente.

Diante disso, surge a seguinte questão: o que devo estudar para me capacitar?

Sugerimos que você realize um planejamento. Aliás, qualquer projeto relevante para o futuro começa com um bom planejamento.

Neste planejamento, você deve verificar quais áreas em que precisa se aperfeiçoar profissionalmente e qual o prazo necessário para realizar a capacitação.

Após levantar essas informações, verifique quais instituições oferecem a capacitação desejada e mãos à obra.

É importante lembrar que a capacitação é um processo de aperfeiçoamento, e o bom profissional é aquele que a encara como um processo contínuo em sua vida.

Conclusão

O agronegócio é um setor que está em crescimento e em constante modificação, principalmente pela inserção de tecnologias.

Essas modificações e aprimoramentos também devem ser realizados com os profissionais do agro por meio de capacitações profissionais.

Assim, é preciso estar atento às mudanças que ocorrem no agronegócio e se capacitar.

Neste texto, comentamos sobre as áreas de destaque no agro para o futuro, importância e como se planejar para realizar os aperfeiçoamentos técnicos para o campo.

Com todas essas informações abordadas, não deixe de se capacitar profissionalmente no agro!

Profissionais do agro do futuro: a importância da capacitação

shutterstock_1146050816.jpg

O agronegócio é um setor fundamental para a economia do país, representando cerca de 21% do PIB brasileiro.

Para que ele siga com toda essa pujança, novas tecnologias e técnicas estão sempre sendo inseridas no campo, para melhorar a gestão da empresa rural, a produtividade e a margem de lucro do produtor.

Mas não é só a empresa rural que precisa mudar, os profissionais do agro devem se capacitar para agregar cada vez mais valor ao setor.

Por isso, neste texto vamos abordar a importância da capacitação profissional para o agronegócio do futuro. Confira!

Tecnologia e a capacitação de profissionais do agro

A tecnologia está se inserindo cada vez mais na agricultura, sendo utilizada em um número cada vez maior de atividades no agronegócio.

Se pensarmos que com um clique no celular já temos os dados da lavoura – ao utilizarmos um software agrícola para a gestão da fazenda –, percebemos que isso já é uma realidade.

O aumento de tecnologias no campo foi identificado com o Censo Agro do IBGE. A pesquisa mostrou que cerca de 1.430.156 produtores declararam ter acesso à internet em 2017, contra apenas 75 mil em 2006 – um aumento de 1.900%.

Já o acesso ao telefone passou de 1,2 milhão para 3,1 milhões, alta de 158% entre 2006 e 2017.

Esses números mostram o reflexo do crescimento da tecnologia utilizada no campo ao longo dos anos.

Com tanta tecnologia, é preciso realizar a capacitação dos profissionais do agro, ou seja, aprimorar os conhecimentos técnicos dentro da sua respectiva profissão no agronegócio.

Com a qualificação profissional, os trabalhadores obtêm os conhecimentos e habilidades necessários para exercer sua ocupação com excelência.

Os profissionais do agro necessitam de qualificação profissional e atualização constante para se aprimorar na profissão, ainda mais quando pensamos no futuro e nas mudanças que podemos esperar no agronegócio, principalmente com novas técnicas e tecnologias.

Afinal, não adianta ter alta tecnologia na lavoura se o profissional do agro não consegue colocá-la em prática para melhorar a produtividade e a gestão das atividades.

Importância da capacitação de profissionais do agro do futuro

É comum escutarmos que é necessário estudo para conduzir uma empresa rural.

Mas nem sempre foi assim. Se antes era falado que “Se não estudar, vai ter que trabalhar na roça”, hoje é exatamente o contrário: “Para trabalhar na roça, você precisa estudar!”.

Antigamente, esse desestímulo acontecia porque o trabalho no campo exigia um grande esforço físico, já que não havia muita tecnologia, o que não atraía os jovens.

Agora, esse contexto mudou. As pessoas que querem exercer alguma atividade no setor do agro precisam de muito estudo.

É essencial obter e analisar todos os dados da lavoura, utilizar as novas tecnologias para melhorar a gestão da empresa rural e se manter competitivo como um bom profissional do agro no mercado de trabalho.

É claro que a experiência prática no campo e nas atividades do agro também são muito importantes, mas também é necessário se capacitar para as novas tecnologias e atividades.

Para o engenheiro agrônomo, Dirceu Gassen, que foi um importante pesquisador na área de fisiologia de plantas, a informação e o conhecimento são chaves para a agricultura. E ele ainda afirmou que a essência da evolução é o treinamento.

Gassen nos mostrou a importância do conhecimento para a agricultura e também para o profissional do agro em um mundo tão competitivo e com tanta tecnologia.

Isso também foi comentado por Fernando Couto de Araújo (gerente de educação formal do Senar Goiás):

“O profissional deve estar atento às mudanças tecnológicas que surgem constantemente, buscando se capacitar continuamente para acompanhar esta elevação no nível de tecnologia e ocupar posições estratégicas dentro do setor do agronegócio. As atividades agrícolas e pecuárias estão cada vez mais competitivas, com margens de lucro cada vez mais estreitas. Portanto, os profissionais envolvidos devem realizar suas atribuições com eficiência, para contribuir para a viabilidade destas atividades.”

Um bom exemplo de sucesso de profissionais que se capacitaram são as Mulheres no Agro, que hoje estão revolucionando a pecuária.

Isso mostra como a capacitação é importante na atualidade e também para o futuro do agro.

Mas quais as áreas do agronegócio em que a tecnologia será mais relevante no futuro? É importante conhecer essas tendências para saber em que áreas vale a pena se capacitar.

Áreas do agro que podem ser destaque no futuro

As áreas do agro que podem ter destaque no futuro são as que envolvem tecnologia e estão relacionadas com agricultura digital.

/sites/agrishow.com/files/DRONE-CRV-660x330.jpg

Tecnologia: Lavouras de cana e soja otimizam processos com uso de drones

(Fonte: Canal Jornal da Bioenergia)

 

Algumas áreas que podem se destacar no futuro, segundo Chamochumbi (gestor da Usina da Inovação), são:

  • Ciências Agrárias;
  • Gestão, de uma maneira geral;
  • Desenvolvimento e suporte das soluções tecnológicas.

Lembrando que alguns serviços e categorias que ganharam destaque nos últimos anos foram:

  • Plataformas de gestão de custos e produtividades;
  • Soluções de rastreabilidade;
  • Controle biológico;
  • Sistemas integrados;
  • Processamento de imagens;
  • Mecatrônica e robótica.

Agora que você entendeu qual a importância da capacitação profissional, veja esta dica para se capacitar no agro.

Dica importante para capacitação de profissionais do agro do futuro

Para ser um bom profissional do agro, além de ter o conhecimento técnico, você precisa ter uma boa comunicação, visão estratégica, ser criativo e saber trabalhar em equipe, entre outros requisitos. E também se capacitar tecnicamente.

Diante disso, surge a seguinte questão: o que devo estudar para me capacitar?

Sugerimos que você realize um planejamento. Aliás, qualquer projeto relevante para o futuro começa com um bom planejamento.

Neste planejamento, você deve verificar quais áreas em que precisa se aperfeiçoar profissionalmente e qual o prazo necessário para realizar a capacitação.

Após levantar essas informações, verifique quais instituições oferecem a capacitação desejada e mãos à obra.

É importante lembrar que a capacitação é um processo de aperfeiçoamento, e o bom profissional é aquele que a encara como um processo contínuo em sua vida.

Conclusão

O agronegócio é um setor que está em crescimento e em constante modificação, principalmente pela inserção de tecnologias.

Essas modificações e aprimoramentos também devem ser realizados com os profissionais do agro por meio de capacitações profissionais.

Assim, é preciso estar atento às mudanças que ocorrem no agronegócio e se capacitar.

Neste texto, comentamos sobre as áreas de destaque no agro para o futuro, importância e como se planejar para realizar os aperfeiçoamentos técnicos para o campo.

Com todas essas informações abordadas, não deixe de se capacitar profissionalmente no agro!

Turismo rural: como empreender nesse setor que só cresce?

shutterstock_228258223.jpg

O Turismo Rural é, dentre os diversos segmentos turísticos, um dos que mais cresce em razão de todas suas belezas naturais, cultura, história e até um cheiro de terra único e diferenciado.

Apesar de não existirem dados atualizados, o Brasil - com seu turismo ambiental, artístico, histórico, culinário e vivencial – cresceu muito nessa área, mas certamente ainda tem muito a evoluir.

Neste cenário, muitas fazendas e propriedades rurais buscam deixar de ser somente produtores de matéria-prima, para investir no desenvolvimento de atividades não-agrícolas, caso do turismo rural.

Mas, assim como ocorre com qualquer atividade, para investir no turismo rural é preciso ter um excelente planejamento, além de trabalhar muito duro. Veja então algumas dicas para não errar e empreender nesse setor que não para de crescer no Brasil.

Agri_bannerDig_Ingresso1oLote_320x50.png

Como implantar o turismo rural na sua propriedade?

Para quem pretende diversificar sua atividade e acredita que sua propriedade apresenta qualidades e características potenciais, tem no turismo rural uma excelente opção, como ressalta Luciane Quadro, turismologa e consultora de negócios Turísticos da Quadro Consultoria em Turismo.

Investir no turismo rural é uma boa forma de gerar mais renda, principalmente por ser um segmento do turismo que está crescendo muito e que apresenta números positivos de faturamento”, diz.

Segundo a consultora de negócios Turísticos da Quadro Consultoria em Turismo o turismo rural ainda permite:

  • Aumenta a receita com venda de produtos (geleias, biscoitos, pães, queijos, cachaças, vinhos, artesanato, etc);
  • Gera mais renda com atividades baseadas em experiências, que têm valor agregado maior;
  • Recupera espaços preciosos e valoriza a propriedade;
  • Diminui a ociosidade;
  • Reduz custos de manutenção da propriedade rural;
  • Contribui com a preservação da cultura e do meio ambiente;
  • Gera empregos; e
  • Diminui o êxodo rural.

Mas, para aproveitar essas oportunidades, a turismologa explica que é preciso adequar a propriedade e a forma de gestão para, assim, atender os turistas da melhor forma.

Luciana cita que é preciso primeiro, adequar a propriedade para receber os turistas. “Precisamos organizar os espaços onde a prática do turismo rural acontecerá, precisamos também cuidar com a harmonização de todo o empreendimento, e, principalmente, precisamos preparar os colaboradores para servir e acolher bem os visitantes”.

Programe-sua-viagem_320x50.png

Já para quem tem condições de investir mais para tornar sua propriedade um importante atrativo turístico rural, Luciane diz que o empreendedor pode trabalhar com outros passos importantes, como:

  • Criação de visitas guiadas ou autoguiadas;
  • Espaço kids;
  • Adaptação de hospedagem rural;
  • Design de serviços,
  • Formatação de produtos turísticos com base no turismo de experiência;
  • Planejamento da divulgação, onde se incluem as estratégias de marketing digital.

É preciso entender os desejos e anseios do turista rural

Com números tão positivos e um mercado em amplo crescimento, investir em turismo rural certamente é um caminho lucrativo e bastante vantajoso. Mas para isso é preciso entender o que esse turista deseja.

Quem gosta de fazer turismo rural está buscando atender suas necessidades por sossego, ar puro, paz, contato direto com a natureza, interação com animais e plantações”, diz Luciane.

Ela ainda explica que esse tipo de turista busca também alimentação típica e saudável, além de contato com o dia a dia das pessoas do lugar. “Buscam também o rústico, mas com capricho e conforto”, complementa Luciane.

Além desses anseios do turista, Luciana explica que a escolha por um tipo de turismo depende do perfil da pessoa e o que a motiva viajar.  “Muitas vezes uma pessoa, quando escolhe um destino turístico, faz diversos tipos de turismo ao mesmo tempo. Por exemplo, ela pode combinar atividades que possibilitem fazer turismo rural com o de aventura e gastronômico”, diz.

Diante disso, é muito importante que o proprietário rural que pretende empreender no turismo rural assuma essa atividade como um negócio, e realize todas as ações necessárias de gestão exigidas por ele.

Para isso, Luciane  diz que para crescer no setor turístico e se tornar referência é imprescindível desenvolver diversas habilidades, como:

  • Aumentar conhecimento técnico sobre negócios turísticos;
  • Aprimorar a comunicação e se adaptar as novas tecnologias;
  • Aprender um novo idioma;
  • Ter organização e fechar parcerias para desenvolver habilidades interpessoais.

Para empreender nesse setor é preciso ter planejamento e persistência, além da convicção de que são pessoas que proporcionam experiências para pessoas, portanto investir na equipe é fundamental”, finaliza a turismologa.

Existe maneira melhor de receber visitas do que com um café? baixe nosso material exclusivo e gratuito sobre cafés gourmet para melhroar essa experiência! 

 

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Estratégia competente de comunicação para evoluir nas cadeias do novo agronegócio

shutterstock_1261705642.jpg

É muito importante a gente olhar para o Brasil a partir de fora. Escrevo este artigo cercado por estudantes do mundo todo numa academia europeia, onde coordeno o Food & Agribusiness Management (FAM) no Master of Science Internacional. Converso todos os dias com professores experientes e fazemos visitas de campo para auscultar o que ocorre ao longo dos vários elos do complexo agroindustrial global.

Agri_bannerDig_Ingresso1oLote_320x50.png

Então, quando a gente está aqui na frente de uma juventude não só europeia mas do mundo inteiro a gente tem de ficar explicando problemas que a nossa má comunicação gera, de ruído, de bobagens, de interferências ideológicas, políticas e nós temos uma carência muito grande de uma comunicação simples, objetiva, bonita, fundamentada em coisas sensacionais que o Brasil tem, que o Brasil faz e que aqui não chega.

E a gente lastima uma coisa, a incompetência comunicacional tira valor do competente agro nacional. Chegam apenas visões conflituosas e negativas. E quando a gente está aqui, a gente tem de ficar explicando isso.

Então a gente não fala aqui das coisas positivas, como a integração Lavoura, Pecuária e Floresta; não falamos de uma pecuária sustentável da Amazônia, não falamos dos trabalhos espetaculares da Embrapa, das universidades, de milhares de milhares, um bilhão de agricultores e cooperativas.

Programe-sua-viagem_320x50.png

E no Brasil tem muita gente boa que entende de comunicação. Publicitários brasileiros que ganharam e ganham concursos internacionais de propaganda, jornalistas espetaculares, pessoas que dominam como ninguém as redes sociais, monitoramento de redes sociais. Portanto, o que vejo aqui na França, com jovens e professores de várias partes do mundo, China, África, Oriente Médio, América Latina, é o Brasil é simplesmente um espetáculo de coisas fantásticas, porém a nossa incompetência comunicacional tira valor do competente agro nacional.

Está na hora de reunirmos comunicadores, porque comunicação é uma profissão, como outras profissões também o são. Precisamos de experts em comunicação para que possamos melhorar o valor percebido de uma realidade brasileira que sem dúvida alguma ela é muito melhor e muito maior do que o lado negativo.

Temos problemas? Temos, como aqui também tem, o mundo inteiro tem. Agora temos muita coisa boa que não está chegando aos corações e as mentes dos cidadãos e consumidores globais, onde o nosso país terá cada vez mais relações de paz comerciais.

Confira as tecnologias que vão mudar o agro clicando no link abaixo!

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

As novas tecnologias no agro que prometem aumentar seu lucro

shutterstock_1396252643.jpg

logo-Lavoura10 (002).png

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Exporte mais com essas quatro dicas

shutterstock_562633465.jpg

Tenho participado de muitas conversas com produtores rurais, de vários cultivos, de diversos Estados brasileiros. Temas como marketing e comunicação no nosso agronegócio predominam nestes momentos, marcados por uma rica troca de experiências. Mas, um outro assunto vem ganhando destaque em quase todos os bate-papos: a exportação.

Acredito que isto ocorra por diversos motivos:

a) necessidade de diversificação (com mais opções de compradores, produtor não fica vulnerável a um preço específico);

b) nova geração (muitos filhos de agricultores têm impulsionado uma nova dinâmica para os negócios);

c) conexões (os canais digitais propiciam uma rápida e sólida interação); e

d) propriedade (muitas fazendas se organizaram e adotaram dinâmicas que propiciam a tomada de decisão com foco em vendas).

Por conta deste cenário positivo, é importante descomplicarmos a exportação, com dicas e orientações. Abaixo destaco quatro passos importantíssimos. São eles:

Passo 01: Participe com frequência de eventos internacionais

Conheça empresas que possam ser potenciais compradoras e também converse com investidores, dos mais variados países. Apresente os diferenciais e reais benefícios do seu produto. Faça cada contato com calma e paciência. Estas abordagens poderão ser decisivas em um eventual processo de exportação.

Passo 02: Estude as potencialidades dos mercados

Adote esta prática diariamente. Acompanhe as tendências, as novidades e os hábitos dos consumidores de mercados importantes para o seu negócio. Dedique um bom tempo para fazer esta análise. Com embasamento, bons argumentos e entendimento claro das possibilidades, aumenta-se as chances de boas negociações.

Passo 03: Converse ativamente com produtores de outros países

Alguns produtores já tiveram experiências parecidas com a sua. Então, converse com eles. Peça dicas, orientações e informações importantes. Aprimore-se! Isso, com certeza, irá ajudar a diminuir eventuais riscos.

Passo 04: Entre em contato com uma trading

Caso você não se sinta seguro em exportar sozinho, procure uma trading. Ela intermediará as negociações entre você e seu comprador internacional. Agende reuniões, solicite esclarecimentos sobre como funciona uma exportação efetiva, peça cases de sucessos. Avalie os pontos positivos e negativos.

Pronto! Você já tem um interessante passo a passo para seguir. Desejo sucesso nos novos desafios. E vamos em frente! Sempre, sempre força agro! 

Café Gourmet: cenários e impactos ao produtor brasileiro

shutterstock_261745823.jpg

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Combata as tigueras de algodão com essas dicas de especialista

shutterstock_510566239.jpg

Você já ouviu falar sobre as tigueras de algodão? Em um primeiro momento elas podem até parecer inofensivas, mas se não forem controladas corretamente, podem trazer muitos problemas, principalmente por serem um oásis para o bicudo, um terror na cotonicultura.

Por isso, é preciso monitorar a presença das tigueras no cultivo do algodão, além de ponderar eficientes medidas de combate para que a produtividade do algodão e o custo de produção não sejam comprometidos.

O que são as tigueras de algodão?

As plantas tigueras de algodão, também conhecidas como “plantas voluntárias” são plantas de algodão provenientes de caroços de algodão que caem sobre o solo durante a colheita (perdas na colheita) e que emergem na safra seguinte, se tornando uma planta infestante ou planta daninha, além de possibilitar maior multiplicação de pragas e doenças.

O pesquisador da Embrapa Algodão, Valdinei Sofiatti, explica que todas as áreas onde há o cultivo de algodão e que é feita a rotação de culturas (que é uma prática altamente recomendada) estão sujeitas à presença de plantas tigueras.

Dessa forma, o problema das tigueras de algodão ocorre principalmente quando se cultiva soja e/ou milho na safra seguinte ao cultivo do algodão. “Tal ocorrência faz com que essas plantas tigueras se tornem plantas daninhas, além de permitir multiplicação de pragas e doenças”, explica Sofiatti.

Danos causados pelas tigueras de algodão

Segundo o pesquisador da Embrapa Algodão, dois são os principais danos causados pelas tigueras de algodão. São eles:

  • Competição por água, luz, nutrientes e CO2 com a cultura principal, caso da soja e do milho; e
  • Multiplicação de pragas e doenças do algodão que acabam prejudicando as lavouras vizinhas de algodão.

Sofiatti explica que quando as plantas tigueras estão presentes no meio da soja e do milho, as principais pragas - entre elas o bicudo do algodoeiro - e doenças - como a ramulária - se multiplicam nessas plantas uma vez que não são controladas pelo produtor (não atacam a cultura principal). “Ao se multiplicar essas pragas e doenças migram para as áreas vizinhas que são cultivadas com algodão, infestando precocemente a lavoura”, diz.

O pesquisador cita que essa ocorrência aumenta a necessidade de aplicações de inseticidas e fungicidas, resultando em aumento do custo de produção e em muitas situações sendo capaz de reduzir a produtividade da cultura.

Programe-sua-viagem_320x50.png

Como evitar e combater as tigueras de algodão?

Para evitar e combater a planta tiguera alguns passos tornam-se essenciais e precisam ser considerados pelo produtor.

O primeiro passo nesse sentido é buscar realizar uma colheita eficiente, com o menor percentual possível de perdas, evitando assim que plantas involuntárias do algodão possam emergir na safra seguinte.

Valdinei Sofiatti também não recomenda fazer o cultivo do milho na safra seguinte ao cultivo do algodão, devido à dificuldade de controle das plantas tigueras de algodão nesta cultura.

Já quando é realizado o cultivo da soja após o algodão, recomenda-se fazer o uso de herbicidas pré-emergentes seletivos à soja e que tenham boa eficiência no controle de plantas tigueras de algodão.

Além do uso de herbicidas pré-emergentes, o pesquisador da Embrapa Algodão salienta que existem alguns herbicidas pós emergentes utilizados na cultura da soja que tem um bom controle de plantas tigueras de algodão. “Dessa forma, para um controle mais eficiente eu indico utilizar ambos os herbicidas, ou seja, pré e pós emergentes”, recomenda o pesquisador.

Além disso, quando a variedade de algodão utilizada na safra anterior não apresentava transgênia para resistência ao herbicida glyphosate, o pesquisador indica que o uso desse herbicida na soja transgênica também pode ser uma forma de controlar as plantas tigueras de algodão.

Mas, como a maior parte das novas cultivares de algodão possui transgênia que confere resistência ao glyphosate, em poucas áreas é possível fazer o uso deste herbicida para controlar as tigueras, sendo necessário pensar nas outras formas de controle”, finaliza Sofiatti.

Confira em nosso material exclusivo e gratuito as invoações que vão mudar o agro! 

 

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.

Quais as novas opções de derivados da cana-de-açúcar?

shutterstock_1007734384.jpg

Uma das culturas agrícolas mais antigas e importantes do Brasil está em franco processo de reinvenção. Atualmente, a cana-de-açúcar oferece para a sociedade produtos altamente sustentáveis, além dos já tradicionais etanol e açúcar. Diante desse cenário já é consenso entre produtores que os derivados da cana-de-açúcar vão muito além destes dois produtos, como explica Dib Nunes Jr., CEO do Grupo IDEA:

A cana-de-açúcar é uma matéria-prima bastante flexível. Com ela é possível fazer desde os seus produtos mais conhecidos, como o açúcar e o etanol, como alternativas para indústrias mais poluentes, como o plástico biodegradável”.

A cana-de-açúcar está só começando a entregar tudo que tem a oferecer”, complementa Antônio de Pádua Rodrigues, Diretor Técnico da UNICA (União da Industria da Cana-de-açúcar).

Agri_bannerDig_Ingresso1oLote_320x50.png

Além do etanol e do açúcar: conheça os principais derivados da cana-de-açúcar

Assim, os principais derivados desta cultura são:

 - Bagaço: Este é um subproduto fibroso que vem da moagem. Seus usos vão desde a produção de energia através da queima, até a incorporação ao solo ou como parte integrante da dieta bovina. É utilizado na produção de etanol 2G, na produção de pellets de cana e na formação da Biomassa.

Já há também diversos estudos que utilizam a fibra do bagaço que poderá se tornar um tecido que, com o acréscimo de enzimas e fármacos, tem potencial para ser utilizado como curativo com múltiplas aplicações.

 - Vinhaça: Resíduo da destilação do caldo de cana-de-açúcar. A proporção é de 10 a 14 litros de vinhaça gerada para cada litro de etanol produzido. A vinhaça é utilizada na recuperação e fertilização do solo, agindo como um biofertilizante, e também na fabricação do biogás.

 - Melaço: Na moagem da cana é extraído um caldo, este é purificado e centrifugado até formar o melaço. Antônio Rodrigues explica que cada tonelada de cana produz de 40 a 60 kg de melaço, com este sendo usado para a fabricação de etanol e do açúcar, e também utilizado no setor alimentício e como adubo.  

 - Pellets de cana: Feitos de palha e bagaço, os Pellets representam uma energia térmica renovável pertencente à classe das biomassas. A queima de pellets para a geração de energia elétrica emite 95% menos de dióxido de carbono em comparação ao carvão.

Os pellets também são um produto de exportação, oferecendo uma solução com menor impacto ambiental para outros países”, cita o diretor técnico da UNICA.

 - Açúcar líquido (chamado de xarope simples): é um adoçante natural de sacarose e água vendido principalmente para a indústria alimentícia, para ser usado na fabricação de sorvetes e bebidas. Também é destinado à indústria farmacêutica para fabricação de remédios ou em processos químicos, em detergentes e cola. 

 - Óleo fúsel: Não muito conhecido, esse componente é uma mistura de alcoóis superiores, como o isoamílico e isobutílico. É obtido durante o processo de destilação do etanol. Sua aparência é amarelada, tem um odor forte e consistência viscosa.

O óleo fúsel é usado pela indústria química, na composição de bebidas alcoólicas, cosméticos, aromatizantes artificiais e também como fixador de perfumes”, explica Rodrigues.

 - Torta de filtro: Elemento proveniente da filtração do caldo moído no filtro rotativo, na produção de etanol e açúcar.  Este resíduo é rico em fósforo, cálcio e vários nutrientes, sendo um fertilizante natural de alta qualidade, que, assim como a vinhaça, é usado nos canaviais para a recuperação e a fertilização do solo.

Programe-sua-viagem_320x50.png

Biogás: Importante derivado da cana-de-açúcar

Nos últimos anos, o setor sucroenergético ter sofrido muito com os altos e baixos dos preços do açúcar e do etanol, enquanto os preços da energia elétrica têm oscilado ao sabor das condições climáticas.

Diante desse cenário, Nunes acredita que o produto derivado da cana que surge com maior força, apresentando ótima viabilidade técnico-econômica é o Biogás, produzido com resíduos tanto da área agrícola como da indústria, tais como o bagaço, a palha, a vinhaça e a torta de filtro.

Ainda de acordo com CEO do Grupo IDEA, o biogás pode ser vendido como substituto do gás natural de uso doméstico ou industrial nas cidades da região onde a usina se encontra. “O que era resíduo e tinha um custo de descarte ou até de reaproveitamento, acaba virando um terceiro produto de comercialização”, explica.

Em 2019, foram gerados para o Sistema Interligado Nacional (SIN) 22 mil GWh, um crescimento de 2% em relação a 2018, segundo informações do diretor da UNICA.

Esse número pode aumentar muito, pois somente 15% do potencial atual é utilizado. Seria possível multiplicar esse número em até sete vezes sem ampliar a área plantada, o que atenderia 30% da demanda brasileira” completa Rodrigues.

Renovabio: oportunidade para as usinas de cana usarem seus derivados

Com a implantação do RenovaBio, há uma grande oportunidade de crescimento de todos os mercados de resíduos/derivados da cana, já que a produção, essencialmente de etanol, tende a aumentar para atender as metas anuais de descarbonização.

Estima-se que a produção de etanol deve quase dobrar até 2030, passando dos atuais 27 bilhões de litros para cerca de 50 bilhões de litros de etanol por ano. “Com esse patamar de produção, praticamente também se dobrará a produção de vinhaça e de todos os outros derivados, abrindo muitas oportunidades ao setor”, opina Rodrigues. 

Mas para que isso se concretize, Rodriguez diz ser necessário o desenvolvimento de políticas públicas em paralelo com as iniciativas pontuais de inovações de alguns grupos do setor.

Com essas políticas teremos também incentivo para todas essas ações”, finaliza o diretor técnico da UNICA.

Confira no nosso material exclusivo e gratuito as inovações que vão mudar o agro! 

 

Registre-se para fazer download desse recurso

Registrar-se como membro da Agrishow lhe dá acesso a conteúdo premium incluindo webinars, whitepapers e muito mais.