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Articles from 2020 In January


Reduza desperdício na produção agrícola com blockchain

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Estima-se que até um terço dos alimentos produzidos anualmente para o consumo humano se perde ou é desperdiçado! Segundo dados e informações da FAO esse volume equivale a cerca de 1,300 bilhões toneladas de alimentos. Por isso, ponderar medidas para reduzir o desperdício na produção agrícola é uma necessidade cada vez mais recorrente!

Pensando nisso, já há iniciativas em curso para criar um ecossistema global na indústria de alimentos proporcionando, a partir da tecnologia de blockchain, a máxima redução do risco e do desperdício na produção agrícola mundial.

Principais riscos que causam desperdício na produção agrícola

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A agricultura é uma atividade que é fortemente marcada pela dependência dos recursos naturais, do clima e dos processos biológicos. Esta dependência reflete diretamente em muitos riscos que, dependendo da intensidade, podem ocasionar elevado desperdício das culturas e dos alimentos.

Assim, nessa atividade, vários tipos de riscos são passíveis de ocorrer com a produção agrícola, tendo nos riscos climáticos, de pragas, doenças e de queda de preço como os mais importantes.

O que acontece é que muitos destes riscos influenciam também na quantidade e volume de desperdício dos alimentos. Este desperdício pode estar presente em várias etapas da atividade, desde a colheita até o beneficiamento, armazenamento e transporte.

Por isso, gerar o máximo de informação em toda a cadeia de produção de alimentos, via blockchain, vem sendo uma medida adotada por empresas com bastante eficácia, pois irá reduzir os efeitos do risco e consequentemente o desperdício na produção agrícola.

Uma rede de Blockchain conecta vários elos da cadeia agrícola, incluindo produtores, cooperativas, tradings e exportadores. Com essa rede, estes profissionais podem realizar transações, como de compra e venda, de maneira confiável”, explica cientista e pesquisador em Blockchain da IBM Brasil, Percival Lucena.

O compartilhamento de informações na cadeia ajuda também na tomada de decisão quanto ao armazenamento e logística, fatores que contribuem com a diminuição do desperdício.

Ainda de acordo com o pesquisador, os contratos inteligentes executados nesta rede podem depender de fontes de informações externas, conhecidas como Oráculos. “As informações disponibilizadas pelos Oráculos podem oferecer dados sobre riscos climáticos, melhor momento de colheita e riscos de pragas, podendo ser utilizados tanto pelos produtores quanto pela cadeia para a execução do plantio, manutenção, colheita e comercialização de produtos agrícolas”.

Benefícios da cadeia de blockchain na produção de alimentos

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Muitas vezes a adoção de uma rede de Blockchain é um requisito mandatório de cadeias mais complexas, como no caso de vegetais no Brasil e produtos diversos em vários mercados.

Dessa forma, Lucena explica que a Blockchain torna todo o processo de rastreabilidade muito mais simples, permitindo muitos benefícios, como:

  • Diminui custos deste processo;
  • Protege e garante transparência na localização de cada produto e no desenvolvimento das colheitas;
  • Possibilita e facilita processos de certificação no futuro;
  • Ajuda nos processos de conformidade para mercados importadores que tenham a regulamentação especifica que pode ser provida pela rede de Blockchain.

Além disso, ao gerar produtos rastreáveis e diferenciar produtos sustentáveis, a blockchain ajuda a criar produtos de maior valor agregado, o que beneficia toda a cadeia. “Podemos citar o exemplo dos cafés especiais e produtos orgânicos, que já são rastreados no Blockchain e têm valor agregado maior”, completa o pesquisador.

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English content

Post-pandemic potassium fertilizer market opportunities

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It is essential that Brazil invest in national sources of potassium in order to reduce this high dependence on the import of the element. The country is one of the main players in world agriculture and needs to seek solutions to this problem.

Brazil is expected to become the world's largest food producer in 2020, according to an estimate by the United Nations Food and Agriculture Organization (FAO). According to a survey by Embrapa, grain production in the country is responsible for feeding around 1.2 billion people worldwide.

The fertilizer market has changed worldwide with the pandemic. China had difficulties with its logistics due to the lockdown imposed in the first months of the year, hampering the import of raw materials, production in fertilizer factories, export of products and domestic consumption. In India, the lockdown contributed to the decrease in consumption of inputs, expected in the months of April and May, when the country begins its main harvest. In the United States, demand for fertilizers slowed.

With all this reduction in the consumption of fertilizers, prices were reflected in general, with a considerable fall in prices in dollars, in relation to the last years. Like, for example, potassium chloride, which reached the lowest prices in the last 2 years.

Even though Brazil is highly dependent on the import of this input, importing approximately 95% of the volume of potassium used in the country, the reflex of the price reduction was not so noticeable, due to the dollar appreciation.

As is known, the largest potassium fertilizer producing countries in the world are Canada, Russia, Belarus, China and Germany. In Brazil, there are potash deposits in Minas Gerais, Sergipe, Amazonas.

Since the area planted with soybeans, sugarcane and corn is expected to increase in the coming years, there will consequently be an increase in demand for the potassium nutrient. In addition, with the increase in population and consumption of crops that are sensitive to chlorine, such as fruits, tubers and vegetables, the use of sources of potassium, other than potassium chloride, can rise significantly.

That is why it is essential that Brazil invest in national sources of potassium, in order to reduce this high dependence on the import of the element. The country is one of the main players in world agriculture, and needs to seek solutions to this problem.

Thinking of 100% national sources of potassium, there are volcanic ores in the Poços de Caldas-MG plateau, which have high concentrations of potassium, and which are viable alternatives for replacing potassium chloride in agriculture. In the region of Poços de Caldas-MG, there are two distinct sources of potassium, known as Fonolito and Rocha Potássica (whose deposit belongs to Yoorin), with contents of 8% of total potassium and 12% of total potassium, respectively.

The potassium fertilizers from the Poços de Caldas-MG plateau have low saline content, are free of chlorine and have a high concentration of silicon, in addition, they are gradually released and are supplied according to the needs of the plants.

These national sources of potassium favor root development, contribute to increased productivity and tolerance to bad weather, in addition, they have more than 45 years of studies in Brazilian research institutions, showing results of high agronomic efficiency in different cultures.

English content

How precision agriculture improves results in the field

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Agriculture has been going through a series of transformations with the development of machines and equipment equipped with sensors that generate the most varied information on cultivation areas in real time, which, when analyzed, are able to avoid losses and increase productivity.

In this context of improving operational efficiency is precision agriculture, a management system that combines technologies such as digital image processing, telemetry and IoT (Internet of Things) to provide a complete crop mapping.

Its adoption starts from the premise that each piece of the farm is different: be it in the soil, in the relief, in the temperature, in the volume of pests or in the water quality. Therefore, each area of ​​a rural property has specific needs in terms of sowing, fertilization, application of inputs and pesticides, for example.

With all this mapping, precision in agriculture occurs when a machine can reach the correct depth for planting seed, spraying occurs only where there is pest attack and the volume of irrigation obeys the need for a certain portion of land . Taking this into account is valid from production planning to making faster and safer decisions on a daily basis.

To get an idea of ​​its importance, a survey conducted by the Kleffmann Group and presented by Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, from USP) with rural producers of soy, wheat and corn - three major Brazilian agribusiness crops - points out that 45% use some precision farming technique. The main ones are application of seeds, spraying and fertilization in variable doses, and soil fertility mapping.

The main benefits, in summary, are:

  • Monitoring of production in real time;
  • Greater support and security in decision making;
  • Control of production variation;
  • Reduction of environmental impact;
  • Rational use of machines and equipment;
  • Savings in the use of inputs;
  • Detailed view of each area of ​​the property,
  • Creation of data on rural property data.

Three precision agriculture solutions

Achieving the full potential of precision agriculture and reaching a new productive level depends heavily on connectivity that allows everything from accessing and sending information in real time from the farm to the headquarters to monitoring the plantation and harvest.

Knowing this, Oi promotes technological development for rural solutions and invests in connectivity as the major bridge to support all the necessary progress for the sector.

“Oi has been working to provide the capacity and network characteristics that support business applications as they are implemented. They are customized projects according to the needs and reality of each producer ”, says Adriana Viali, head Oi Soluções.

        1. Connectivity via antenna

With a single antenna installed in the middle of planting, Oi provides connectivity to agricultural activity via the exclusive use of the 450 MHz frequency. This antenna allows communication in remote areas (farm headquarters x planting area) for access and sending information online

        2. Satellite connectivity

Oi's satellite connectivity solution for agribusiness operates in the KA band, characterized as a frequency range used in data transmission. With this technology, the company makes available to the sector a high speed connection, providing up to 25 Mbps without the need for investment in a terrestrial network to bring internet to regions not served by cables, fibers or radio signal.

        3. IoT (Internet of Things)

Through the implantation of transmitters in agricultural implements, Oi develops customized IoT projects for this segment, allowing the monitoring of all agricultural behavior and production, from planting to harvest.

Download our exclusive e-book and learn more about how precision agriculture and IoT can provide greater productivity and efficiency in your business. Click here now!

English content

Vertical vs. conventional farms: Alliance in the future

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Shortages of crop areas, global warming and excessive use of pesticides are concerns that agriculture may face in the coming decades. In this scenario, vertical farms become excellent alternatives, mainly for expanding agricultural production and adapting agriculture in the face of climate change.

Characterized as a space for growing vegetables in greenhouses, located inside buildings, this model can represent a major revolution in the way food is produced.

However, despite being in previous studies and still being very expensive, this production model starts to worry conventional farmers, who see the verticalization of farms as an unfair competition. But this is just a mistake.

What are vertical farms?

The concept of vertical farms - which is still a distant reality in Brazil due to the high cost - arose from the need to expand agricultural production in view of population growth, in addition to adapting the sector to climate change.

According to Ítalo Guedes, a researcher at Embrapa Hortaliças, vertical farms represent a type of production system that occurs in a controlled environment, with cultivation being carried out in successive floors or layers, taking advantage of the volume of vertical space.

Due to these characteristics, everything indicates that vertical farms may be the great representatives of the so-called 4.0 agriculture.

“As with cultivation systems in a controlled environment, production in this production system no longer depends on sunlight. Lighting, which is artificial, is individualized by layers. So there is no risk of shading ”, he adds.

Due to economic and space imperatives, the researcher explains that small plants (to allow verticalization), fast growing and high harvest index are produced in vertical farms. "This is the case for leafy vegetables, strawberries and possibly ornamental plants," he says.

However, as the investment is still high, in addition to the adequate choice of crops with these characteristics and with a high sale value, Guedes says it is important to carry out market studies and check if there is a consumer market willing to pay more for a differentiated product.

Vertical farms use modern cultivation techniques in a controlled environment

As with other cultivation techniques in a controlled environment, on vertical farms all environmental variables capable of affecting the growth and production of crops are constantly monitored and controlled. This is the case of: luminous intensity, light quality, photoperiod, temperature, relative humidity, wind speed, CO2 concentration, among others.

“For the monitoring of each of these factors, specific equipment is used, not to mention the monitoring sensors, arranged throughout the environment”, adds Guedes.

In addition, the researcher at Embrapa Hortaliças explains that it is mandatory to use cultivation techniques without soil, such as hydroponics and aeroponics. "In these techniques there must also be constant monitoring of the concentration of nutrients, pH, dissolved oxygen, temperature".

Some companies, with an eye on this growing market, have developed automated systems for monitoring and controlling all these variables with much greater efficiency.

Vertical farms will not replace conventional farms

The greatest defenders of vertical agriculture usually say that this production system will revolutionize global food production, as they would reduce logistical costs and would guarantee, due to the proximity of the consumer market, more freshness and quality to food.

This statement often falls like a bomb to those conventional producers, who believe that this would be an almost unfair competition for them. But for Guedes it is not quite like that.

“A fairly common misconception that people have made is to think that vertical farms are intended and will replace conventional agriculture. Nothing could be further from the truth, ”he says.

According to the researcher, the purpose of vertical agriculture is to add, increasing the diversity of food production. "This proposal is indicated mainly for the urban environment, providing safe food with high nutritional quality", he adds.

In addition, for the Embrapa researcher, research related to vertical farms has brought benefits to other forms of cultivation, including conventional agriculture.

Although it is an expensive system, Guedes explains that many of the research results that have been done in the vertical environment will be used in other forms of cultivation.

The researcher cites two examples:

“The results with artificial lighting are already beginning to be used in greenhouse cultivation and even in grain crops, in the open field. Research on hydroponics and aeroponics may soon be used by conventional farmers in greenhouses ”.

Given all this, it is easy to understand that vertical farms may indeed represent the future of food production, but the so-called conventional farming methods will not cease to exist. They will be complementary models and will go hand in hand.

Produtores: como melhorar produtividade com fazendas verticais

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O transporte de alimentos por grandes distâncias e as dificuldades climáticas são hoje as principais causas das perdas da agricultura brasileira. Nesse sentido, as chamadas fazendas verticais começam a ser uma das soluções para melhor aproveitamento de áreas urbanas destinadas à produção agrícola intensiva e para a aproximação dos polos de produção e consumo.

Segundo Ítalo Moraes Rocha Guedes, pesquisador em Nutrição de Plantas e Cultivo Protegido da Embrapa Hortaliças, esse sistema envolve a produção agrícola, onde todas as variáveis ambientais são controladas, permitindo o dobro ou até o triplo de desempenho em comparação à agricultura tradicional.

Assim, diante de uma agricultura cada vez mais “high tech”, as fazendas verticais começam a chamar a atenção de pequenos e médios agricultores. Estes podem se beneficiar das características dessa nova forma de fazer a agricultura em ambientes fechados, pois conseguirão aumentar sua produção e reduzir as perdas.

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O que são fazendas verticais?

Fazendas verticais são um tipo de produção agrícola indoor, ou seja, em ambiente fechado e totalmente controlado, em que o cultivo é feito por módulos, andares ou camadas.

O pesquisador explica que, além do controle total das variáveis ambientais que afetam o crescimento e a produção vegetal (iluminação, temperatura, umidade, concentrações de CO2 e O2), há também melhor aproveitamento do espaço, cada vez mais reduzido em ambientes urbanos.

Além disso, Guedes explica que os cultivos indoors quase invariavelmente utilizam técnicas de hidroponia para produzir verduras e hortaliças. “A Hidroponia economiza drasticamente as quantidades de água e nutrientes, podendo chegar a até 95% da redução do uso de água. Isso faz da agricultura indoor uma alternativa muito interessante para regiões onde há escassez de água, como é o caso do semiárido”, ressalta.

Segundo Guedes o volume de espaço das fazendas verticais é reduzido, variando entre 0,3m3 até 30m3. “A produção nestes sistemas é precoce, nutricionalmente completa, livre de agrotóxicos e de manipulação”, complementa o pesquisador.

Agricultura indoor: oportunidades para pequenos e médios agricultores

Segundo Guedes, essa nova forma de agricultura realizada em ambientes fechados poderá prover serviços sociais completamente novos nas áreas urbanas, as quais vêm enfrentando restrições de ordem ecológica, social e econômica. Tais serviços podem ser realizados essencialmente por pequenos e médios agricultores.

Além de aumentar a produtividade em até duas ou três vezes, a agricultura indoor em áreas urbanas abre ainda a possibilidade de reuso de recursos, como água e mesmo resíduos vegetais.

Dickson Despommier, o pai do conceito de fazendas verticais, prevê o reuso de águas cinzas de consumo doméstico na irrigação de plantas no cultivo vertical, bem como a calcinação (um tipo de processo de queima) de lodo de esgoto doméstico para gerar energia elétrica para as fazendas verticais”, explica Guedes.

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Dois fatores estimulam o uso de fazendas verticais

Apesar de estar ganhando maior popularidade mundial, o interesse brasileiro por fazendas verticais ainda é pequeno. No entanto, o pesquisador da Embrapa ressalta que há dois fatores que fazem com que a área de agricultura em ambientes protegidos (neste caso, em proporção mais modesta que as fazendas verticais) ganhe mais espaço. São eles:

  • Crescimento da população urbana, principal consumidora de hortaliças e frutas; e
  • Aumento da incidência de eventos climáticos extremos, que afetam de forma negativa a produção desses dois grupos de cultivos na agricultura tradicional.

Como vem sendo observado, esse novo momento começa a ganhar força perto dos grandes centros urbanos, como explica o pesquisador da Embrapa Hortaliças. “Já é possível visualizar expressivos ‘white belts’ ou cinturões brancos (em relação à cor do plástico das estufas) ao redor de grandes centros, como ocorre ao redor de Brasília, São Paulo e mesmo Manaus, por exemplo”.

Por outro lado, um dos fatores que limita o crescimento da produção tecnificada de hortaliças e frutas em ambiente controlado ainda é o baixo consumo deste tipo de alimento pelo brasileiro.

Há ainda outra questão importante que é citada por Guedes: uma questão por vezes considerada com menor atenção é a da sucessão nas propriedades rurais: a população de produtores rurais envelhece porque os jovens migram para as cidades. “Diz-se que a agricultura não atrai os mais jovens porque ainda identificamos a atividade agropecuária com o uso de tecnologias hoje consideradas primitivas, como enxadas, foices e arados”, diz.

Guedes diz que as fazendas verticais podem ser um importante estímulo nesse sentido: “A agricultura em fazendas verticais vem desconstruir completamente essa impressão e atrair cada vez mais os jovens para atividades de produção de alimentos”.

Para finalizar, Guedes acredita que as fazendas verticais não deixam de ser uma das soluções mais criativas para promover a agricultura no âmbito mundial.

São sistemas que atendem à realidade atual, diante da maior incidência de eventos climáticos extremos, da pressão urbana por terras agricultáveis, da preocupação com a diminuição de perdas de alimentos pós-colheita e da pressão ambiental por uma agricultura mais eficiente no uso de insumos, mais produtiva e menos dependente do uso de terras”.

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Como impactar o varejo e vender mais?

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Muitas propriedades brasileiras já se transformaram em verdadeiras empresas do campo. Além de planejamento sólido, fazem investimento consistente em novas tecnologias e programam uma clara diversidade de cultivos. Algumas até investem em marketing, criando marcas próprias ou se associando a empresas de outros segmentos, como, por exemplo, de entretenimento e turismo.

Apesar desta revolução, os produtores brasileiros ainda enfrentam um obstáculo: vender diretamente para os varejistas.

Para ajudar você que tem este desafio, selecionei cinco dicas. Confira a seguir:

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Dica 01 Sustentabilidade:

Demonstre claramente a sua preocupação e da propriedade com o meio ambiente. Ações sustentáveis verdadeiras são superpositivas para os varejistas.

Dica 02: Projetos Sociais:

Valorize a comunidade ao seu redor, ajude o próximo a ter uma qualidade de vida melhor. Crie e desenvolva projetos para impactar positivamente a sua cidade. Seja protagonista.

Dica 03: Rastreabilidade:

Existe uma enorme preocupação, por parte da sociedade, em relação à origem dos alimentos. Invista em sistemas e ações que ajudem os consumidores a identificarem que os alimentos produzidos por você são realmente seguros.

Dica 04: Qualidade:

A qualidade dos seus produtos é essencial para que ele seja comercializado no varejo. Aposte em pesquisas, análise de amostras, e melhoria contínua. Isso trará bons e sólidos resultados.

Dica 05: Inovação:

Acompanhe tendências, esteja sempre atento às novidades e invista em tecnologia. Isso será importantíssimo e dará ainda mais autoridade a sua propriedade.

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Desejo sucesso nas suas iniciativas e, da próxima vez que eu for ao supermercado, quero encontrar seu produto lá. Serei um dos primeiros a comprar.

Força, Força Agro...Vamos juntos sempre valorizando o nosso agronegócio. 

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Fazendas verticais em mercados mudam o jogo na agricultura?

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Imagine entrar em um supermercado de uma grande cidade e encontrar uma horta natural entre as prateleiras, repleta de produtos ultrafrescos e prontos para serem colhidos na hora. Essa já é uma realidade em alguns supermercados e vem sendo conhecida como fazendas verticais.

A solução das fazendas verticais resolve a questão da falta de espaço nas cidades que, por vezes, não conseguem mais acomodar hortas e fazendas urbanas - além de produzir um produto de excelente qualidade.

Por outro lado, muitos horticultores têm o receio de essa inovação “acabar com sua atividade”, devido à facilidade de compra e qualidade de verduras e legumes produzidos “indoor”.

Será essa uma preocupação que eles realmente devem ter?

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Fazendas verticais: controle total e melhor aproveitamento do espaço

Fazendas verticais são caracterizadas como um tipo de produção agrícola indoor em ambiente controlado em que o cultivo é feito por andares, camadas ou módulos, possibilitando controle total das variáveis ambientais que afetam o crescimento e a produção vegetal (iluminação, temperatura, umidade, concentrações de CO2 e O2).

Com esse tipo de produção há também melhor aproveitamento do espaço vertical”, explica Ítalo Moraes Rocha Guedes, pesquisador em Nutrição de Plantas e Cultivo Protegido da Embrapa Hortaliças. Segundo o pesquisador, esse tipo de cultivo indoor quase invariavelmente utiliza técnicas de hidroponia.

Em supermercados essas fazendas verticais são na verdade mini-fazendas verticais, também conhecidas como mini-PFAL (sigla para “plant factory with artificial light”), nas quais se produz principalmente folhosas dentro das próprias dependências dos supermercados e que podem ser colhidas diretamente pelos consumidores e consumidas frescas.

Segundo Guedes, o volume de espaço das mini-fazendas verticais varia entre 0,3m3 até 30m3. “A produção nestes sistemas é precoce, nutricionalmente completa, livre de agrotóxicos e de manipulação”, complementa o pesquisador.

Além disso tudo, a tecnologia adotada usa até 95% menos água do que a agricultura convencional e ainda reduz as emissões de poluentes, uma vez que é cultivado localmente.

Além dos supermercados, tal sistema pode ser implantado em restaurantes, hotéis, centros de distribuição ou qualquer comércio que queira oferecer produtos ultrafrescos.

Percepção equivocada sobre cultivos indoors

Mesmo com o número de fazendas verticais estar aumentando nos últimos anos, Guedes cita que há uma percepção equivocada de que a proposta dos cultivos indoors, como as fazendas verticais, vai substituir toda a agricultura tradicional. “Longe disso”, diz o pesquisador para quem a proposta não é da migração de toda a produção agrícola para esse tipo de estrutura, mas da produção de hortaliças, frutíferas e plantas ornamentais. “A maior disponibilidade desses produtos de alta qualidade no ambiente urbano pode inclusive significar, no longo prazo, preços mais acessíveis e aumento de consumo”, complementa Guedes.

O pesquisador indica que o uso intensivo de tecnologia permitirá produtividades ainda maiores em áreas muito pequenas que produzirão tanto ou mais que áreas muito maiores em campo aberto. “Pelo menos inicialmente, o público consumidor será outro - um público disposto a pagar mais por um produto de maior qualidade”, acredita.

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Para “competir” com supermercados, os agricultores devem se organizar!

Na atualidade, o consumidor está cada vez mais exigente. Por isso, Guedes acredita que tanto pequenos quanto grandes produtores devem estar atentos às tendências de mercado.

O agricultor, independente do seu tamanho, deve entender que o consumidor de hoje deseja conveniência e praticidade, quer saber a proveniência do que consome e tende a valorizar a produção local e o consumo consciente”, diz.

Guedes indica que os produtores devem ter a clareza de que o foco deve estar sempre no consumidor. Ainda segundo o pesquisador, pequenos produtores precisam saber que, para competir de forma mais eficiente, as cadeias devem se organizar.

Muitos pequenos agricultores unidos por meio de associações e cooperativas têm muito mais chance de ser competitivos”, finaliza.

Diante das colocações de Guedes, é plenamente vantajosa ao consumidor a competição entre a agricultura vertical e a agricultura tradicional, com ambos podendo ganhar mercado e melhorar a qualidade de seus produtos, atendendo às necessidades do mercado consumidor.  

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É seguro usar smartphones como parte da agricultura digital?

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Dúvida do leitor Amilton Gurgel Guerra

Já faz certo tempo que a agricultura digital faz parte do dia a dia de muitas atividades rurais. Essa tecnologia inclui softwares e dispositivos que coletam, analisam e armazenam dados sobre a lavoura para viabilizar a automação e dar suporte para decisões estratégicas.

Neste contexto de agricultura digital, os dispositivos móveis (geralmente smartphones) também são parte integrante e indispensável nas vidas de produtores rural. Porém, essa popularização tende a atrair o interesse de hackers criminosos, ansiosos por roubar suas informações vitais.

Diante disso, muitos produtores rurais, principalmente aqueles mais conservadores, têm muito receio de instalar em seus smartphones os aplicativos que são parte integrante da agricultura digital.

Será que é seguro?”, “e se roubarem meus dados?”. Estes são alguns dos questionamentos mais comuns destes produtores.

Para ter uma melhor resposta, conversamos com Raphael Ivan - Ceo da eAgro – Software de Gestão agrícola. Más já podemos adiantar que o uso de tais aplicativos é totalmente seguro!

É totalmente seguro usar a agricultura digital em smartphones: Veja o porquê!

Ivan é categórico em dizer que é totalmente seguro usar as tecnologias ligadas à agricultura digital em smartphones. Segundo ele, a comunicação entre o aplicativo e o servidor são todas criptografadas, além de serem feitas através da nuvem, o que deixa as informações bastante seguras.

O usuário não tem nada salvo no celular, já que os dados ficam hospedados online (na nuvem), sendo que o aplicativo passa mensagens criptografadas para o servidor, que por sua vez, responde o que foi solicitado também de forma criptografada, sem necessidade de armazenamento das informações em si”, explica o CEO da eAgro.

Mas é claro que esse grau de segurança será devidamente alcançado se for utilizado um aplicativo bem construído e que seja baseado na máxima segurança. Também deve ser oferecido por uma empresa especializada em agricultura digital.

Dicas para se precaver e aumentar a segurança no uso de smartphones

Ivan ressalta que, assim como ocorre com os demais aplicativos instalados no smartphone, para ter mínima segurança no uso de um aplicativo ligado à agricultura digital é necessário que algumas ações básicas sejam sempre feitas.

Entre as ações básicas cito: sair do aplicativo após o uso e não compartilhar sua senha pessoal. Tais ações garantem que nenhuma pessoa tenha acesso à suas informações”, diz Ivan.

Além disso, o CEO da eAgro recomenda que o usuário somente instale aplicativos através de lojas virtuais certificadas (como Apple Store e Play Store). “Nestas lojas, a segurança é um pouco maior”, diz.

Também é necessário ficar sempre atento à procedência e segurança de páginas acessadas pelo smartphone e, principalmente, evitar baixar arquivos que sejam de fontes desconhecidas e/ou duvidosas.

O CEO da eAgro explica ainda que os demais processos de responsabilidade e segurança de transição de dados e informação ficam por conta da empresa prestadora do serviço de agricultura digital e tecnologias a ela ligadas.

A eAgro, por exemplo, tem total responsabilidade sobre a segurança dos dados de seus clientes”, complementa Ivan.

Como as empresas e startups do agro garantem essa segurança?

Como já ressaltado anteriormente pelo CEO da eAgro as empresas e startups tem a obrigação de garantir a segurança dos dados ligados às tecnologias de agricultura digital.

Ivan explica que as empresas e startups garantem essa segurança aplicando camadas de segurança e criptografia, sendo que além da camada de segurança de login e autenticação, o sistema precisa reconhecer que um aplicativo instalado no celular pertence à determinada pessoa, com ela devendo confirmar isso.

Além do mais, Ivan diz que o sistema faz todas as trocas de informações com o servidor de maneira criptografada.

Mesmo que haja a invasão ou monitoramento das mensagens transmitidas, não há possibilidade de elas serem descriptografadas, pois a chave de segurança, que faz a leitura e possibilita o acesso aos dados, está no servidor e no aparelho celular”.

Diante de todas essas medidas de segurança, fica claro que não há necessidade de o usuário ter medo ou receio sobre o uso destes aplicativos em seu smartphone.

Eles são totalmente seguros e contribuem de forma significativa com toda a gestão da propriedade agrícola, ajudando a elevar a produtividade/lucratividade da atividade.

Saiba mais sobre agriculutra de precisão baixando nosso material exclusivo e gratuito!

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Otimize a irrigação utilizando sistemas de precisão

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O uso de eficientes sistemas de precisão adotados para melhorar a irrigação agrícola está sendo cada vez mais importante para ajudar agricultores a reduzir o consumo de água e de energia nas lavouras?

Modernos incrementos e inovações tecnológicas ligados à agricultura de precisão e à agricultura 4.0 estão sendo amplamente usados em sistemas de precisão a ponto de melhorar os processos de irrigação de lavouras em todo o país.

Com isso, tais sistemas estão sendo fundamentais para promover a otimização da irrigação, aumentando a eficiência e reduzindo o desperdício desse bem tão valioso para o planeta.

Sistemas de precisão inteligentes para a irrigação: Por que usar?

Na atualidade, boa parte da tomada de decisão em campo é feita de forma empírica, ou seja, é baseada nas experiências vividas e na intuição e em ações como o toque no chão ou a observação do solo.

Porém, Fabiane Kuhn, CEO da Raks explica que essa forma de escolha não representa a real umidade do solo, nem a real necessidade de cada planta. Daí a importância dos sistemas de precisão inteligentes.

Os sistemas de irrigação estão cada vez mais integrados com plataformas de coletas de dados para ir eliminando os erros na tomada de decisão e utilizando a água de forma mais eficiente, gerando um aumento na produtividade e redução nos gastos”, explica Fabiane. E reforça que um sistema para medição da umidade do solo e acompanhamento dos dados em uma plataforma web ou mobile, o que permite que cada produtor tenha acesso aos dados da sua lavoura e basear o acionamento do processo de irrigação em dados reais, gerando resultados melhores.

Sistemas de irrigação inteligentes: dados reais e totalmente conectados

Segunda a CEO da Raks, esses sistemas de precisão inteligentes funcionam através da coleta de dados reais sobre diversas variáveis, refletindo a necessidade de água que cada planta e cada solo demandam, eliminando análises generalizadas e empíricas. Manter o sensor de umidade do solo fixo em campo utilizando energia solar torna possível a transmissão de todas as medidas de umidade do solo, umidade do ar e temperatura do ar para uma central de dados via conexão sem fio.

Além disso, Fabiane diz que todo o sistema que fica em campo dispensa conexão com a internet, utilizando rádio frequências para enviar os dados para a central. “A central de dados é o único ponto que demanda conexão com a internet, sendo que ela fica dentro da casa/galpão e pode utilizar conexão 3G, 4G ou wifi”, explica.

Principais vantagens desses sistemas de precisão inteligentes

Vários serão os benefícios da adoção de sistemas de precisão inteligentes que auxiliarão na otimização dos processos de irrigação.

Primeiramente, Fabiane salienta que os sistemas inteligentes, como sensores e estações meteorológicas, permitem que o agricultor baseie suas decisões em dados e não em apenas observação. “A observação e experiência humana são muito válidas, porém, ainda estão muito suscetíveis a erros, dificultando a irrigação”.

Os sistemas inteligentes de medição de parâmetros para controle da irrigação também permitem um aumento na produtividade, pois:

  • Oferecem ao solo e às plantas a quantidade correta de água;
  • Permitem uma redução do gasto com energia elétrica, por evitam o acionamento de bombas de irrigação quando não é necessário;
  • Evitam o desperdício de recurso hídrico;

Estes efeitos são tanto econômicos quanto ambientais” diz Fabiane. Exatamente por isso, tais sistemas de precisão são cada vez mais importantes e necessários.

Para cada produtor, há um sistema de precisão mais adequado

O Brasil é um país de dimensões continentais, com produtores de diversos tamanhos e capacidades de produção. Há sistemas de precisão para otimizar a irrigação de todos eles?

Fabiane explica que sim! Existem sistemas que são mais indicados para pequenos produtores, outros para grandes, muitas vezes divididos pelo preço, pela necessidade do agricultor ou pelo foco que a empresa dá para a sua solução.

Contudo, a CEO da Raks indica que há alguns sistemas que são modulares e podem ser utilizados em qualquer tipo de cultura irrigada. “O sistema da Raks é modular e pode ser composto por apenas um sensor de umidade (para pequenas fazendas) ou vários sensores, de acordo com a necessidade do produtor”.

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