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Tudo o que você precisa saber sobre o boi

6 mitos e verdades sobre o eucalipto no sistema iLPF

Estratégia de produção agropecuária sustentável que permite produzir grãos, carne, leite e madeira em uma mesma área da propriedade rural, o sistema iLPF (Integração Lavoura-Pecurária-Floresta) ainda gera dúvidas na cabeça de muitos agricultores. Um dos pontos de maior discussão é a implantação de eucalipto, espécie que carrega o estigma de criar um verdadeiro deserto verde após sua adoção.

Para zerar algumas questões, a seguir, especialistas desvendam mitos e verdades sobre uma das árvores mais comuns nesse tipo de sistema de produção integrado.

 

"Demanda do eucalipto por água é maior nos primeiros quatro anos, devido ao crescimento rápido, mas ao longo do ciclo o equilíbrio entre água infiltrada e a água consumida é restabelecido"

 

1 - Eucalipto seca o solo.

Mito. O eucalipto apresenta grande eficiência no consumo da água quando comparado com outras culturas agrícolas. A desconfiança na planta se dá pelo fato de nos seus primeiros quatro anos haver maior consumo hídrico, devido ao crescimento rápido - pode ultrapassar cinco metros de altura por ano - e à alta produtividade. “Nessa fase em que a demanda é maior pode ocorrer um balanço negativo entre a água infiltrada e a água consumida pela planta, mas ao longo do ciclo o equilíbrio é restabelecido”, afirma Karina Pulrolnik, pesquisadora da Embrapa Cerrados.

2 - É preciso ter cuidado especial com o solo antes da implantação.

Verdade. Deve-se levar em conta a conservação do solo e, dependendo da declividade do terreno, plantar em curvas de nível para impedir a erosão da terra e a perda de água por escoamento superficial. É necessário também realizar o controle das plantas invasoras que competem com o eucalipto e das formigas que são suas principais inimigas.

3 - Existe um solo mais favorável para a cultura.

Verdade. O ideal é um solo profundo, fértil e bem drenado. A boa notícia é que já existem diversas espécies e clones adequados às várias condições ambientais pouco favoráveis a sua adoção.

4 - Não há regra para a escolha do eucalipto.

Mito. A opção por determinada espécie depende do clima da região onde será plantada. “Há aquelas mais adaptadas a regiões de geadas como o Eucalyptus benthami e espécies mais adaptadas a longos períodos de estiagem como o Eucalyptus urophylla”, recomenda Karina.

5 - A limitação do tamanho da área de plantação de eucalipto é determinante para o sucesso da iLPF.

Mito. “Normalmente é recomendado o plantio em faixas que podem ser implantadas em quaisquer quantidades, sejam em grandes propriedades ou pequenas”, esclarece Alex Carneiro Leal, pesquisador da área técnica de fitotecnia do IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná). As recomendações variam desde o número de filas - simples, duplas, triplas ou mais - até as distâncias entre elas, que vai desde poucos metros a mais de 100 metros.

6 - A espécie contribui para o controle de doenças e plantas daninhas.

Verdade. Teoricamente, nos sistemas iLPF a interferência das árvores pode se dar em função do sombreamento e da redução da velocidade dos ventos. Assim, de acordo com o pesquisador do IAPAR, o sombreamento pode modificar as espécies de plantas invasoras, favorecendo as de folha larga em detrimento das de folha estreita, por exemplo. “Já a redução dos ventos pode influir na dispersão de alguns insetos e as árvores podem ser hospedeiras de alguma praga, mas o que se espera é que sirvam para hospedar inimigos naturais e contribuir para um melhor controle biológico.”

Especialistas indicam o caminho correto para a sucessão dar certo

Dos 300 maiores grupos empresariais brasileiros, 265 têm sua origem no DNA, no sobrenome, empresas que se constituíram dentro da família e sobreviveram e cresceram com o passar das gerações, incluindo o agronegócio. A tradição as tornou mais competitivas e com valores estáveis. Entre suas características principais, estão a habilidade de ser ágil nas decisões, além de uma menor burocracia, mais confiança e orgulho de seu histórico.

Contudo, por mais sólida que seja a empresa, muitas vezes, o tema sucessão se torna um problema. O diretor técnico da Informa Economics, José Vicente Ferraz, explica que a espinha dorsal para um projeto de sucessão dar certo se resume a duas palavras: planejamento e perfil.

“O planejamento indica quem pode ser o sucessor. Depois é verificado se esse herdeiro tem vocação e qualificação para assumir a empresa. “Isso é básico. Se for constatado que não tem, contrata-se uma empresa para administrar”, ressalta Ferraz.

Dos grandes negócios aos pequenos, o problema parece ser o mesmo, e a solução também. É no que acredita a gestora de soluções do programa Sebrae Mais, programa de consultoria do SEBRAE Nacional (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Alessandra Cunha Souza. “O problema não se resume apenas à falta de um substituto adequado, mas também, à ausência de um planejamento para esta sucessão acontecer de forma tranquila”, avalia.

Por outro lado, quando o entrosamento desses dois itens é corretamente realizado, é uma questão de organização. Seguindo uma sequência de ações práticas você aumenta as chances de a sucessão ser imbatível.

Passo a passo da sucessão

1 - Planejar: quem pretende que o substituto assuma o negócio pode começar a se organizar durante a aposentadoria. Isso ajuda a testar quem está ou não preparado para seguir na linha de frente, identificar quem quer fazer isso e avaliar experiências.

2 - Preparar: sucessão não é entrega de bastão. A nova geração de gestores deve ser capacitada, pois quem assume em caso de morte do fundador, talvez tivesse outros planos ou não estava preparado. É preciso saber que o substituto trabalha para a empresa e não o contrário.

Uma das maneiras de preparar o sucessor é por meio de cursos, como o “Transformando herdeiros em sócios”, realizado pelo Senar-MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Mato Grosso do Sul). Com duração de 56 horas e organizado em cinco módulos, ele possui dois enfoques: preparar a pessoa para assumir e profissionalizar a gestão.

É o que explica o superintendente regional do Senar-MS, Rogério Beretta. “A família precisa entender que alguém deve assumir.” Porém, o curso também prepara quem não vai assumir. Se durante o processo for identificado que o herdeiro não tem as habilidades necessárias, ele pode permanecer como sócio.

O processo de sucessão e seus eventuais problemas são tema do primeiro módulo do curso: “governança de empresa”. Beretta explica que um dos maiores desafios dessa primeira aula é falar do acordo de acionistas, que define quem serão os sócios, o percentual de cotas da empresa, e ainda, como serão as demissões e contratações.

Outro assunto delicado são as relações interpessoais, comunicação e ética, temas abordados durante o segundo módulo: “a família empresária e os desafios da sucessão”. “Não parece, mas esses temas são mais complicados quando há família envolvida”, sentencia o superintendente. Gestão financeira da empresa, direito societário na empresa e gestão tributária e contábil são os temas dos últimos módulos do curso desenvolvido pela FIA/USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo).

3 - Participar: certifique-se de que seu sucessor acompanha de perto o que acontece na empresa e entende o funcionamento do negócio como um todo. Não adianta ser um especialista em apenas uma área, o líder precisa ter visão global.

4- Conhecer a documentação da empresa: é preciso saber se a empresa possui dívidas. Aproximar-se rapidamente do contador, advogado ou mesmo do funcionário mais antigo da empresa para coletar informações.

5-Administrar: em alguns casos, os familiares podem contratar uma administradora externa ou organizar um conselho para elaborar um protocolo para decidir a rotina da empresa, como férias, empréstimos, quem assume em caso de morte de um dos sócios etc.

É possível ainda realizar um acordo de cotistas, em que cada integrante da família possui cotas. Caso alguém queira deixar a empresa, ele deve oferecer sua parte aos parentes, isso ajuda a manter a empresa familiar, evitando que cotas sejam vendidas à terceiros.

Entenda como mudanças climáticas afetam o agronegócio no Brasil

Discussão iniciada nas últimas duas décadas, a mudança climática toma cada vez mais a atenção dos especialistas em agricultura devido às previsões nada otimistas para o futuro. Um estudo do Banco Mundial aponta o aumento médio de temperatura superior a 2°C até 2050, abrindo caminho para a redução do potencial de irrigação, aumento da aridez do solo e maior incidência de pragas e doenças. Esse cenário de grande desequilíbrio agrícola alerta para perdas na produção e até mesmo para a migração de culturas de uma região para outra.

O pesquisador do Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Hilton Silveira Pinto participa de um grupo de análise das mudanças climáticas, responsável por projeções em 2002, 2008 e 2014, tendo como evolução das pesquisas o detalhamento das áreas de cultivo no Brasil. No acompanhamento, a soja mostrou-se a cultura mais preocupante. “Se nada for feito em relação ao manejo, desenvolvimento de variedade ou aplicação de tecnologias, o primeiro impacto será sentido em 2020 com perda de 12,5% da área produtiva devido ao aumento da temperatura e à deficiência hídrica.” Café segue a tendência de baixa na casa de 10% a 12%.

Para conter impactos, estudiosos de diversas entidades nacionais ligadas ao clima, meio ambiente e agricultura têm proposto medidas que direcionam ao controle do desmatamento, incentivo ao sistema de plantio direto, adoção de sistemas agroflorestais e agrossilvipastoris, arborização nos cafezais e melhoramento genético.

O documento do Banco Mundial ainda mostra um rumo para a perda de solo com elevado potencial agrícola em duas regiões. No Centro-Oeste e no Nordeste, a substituição de pastagens pelo cultivo de grãos e cana-de-açúcar poderia compensar a estimativa de perda de cerca da metade das terras cultiváveis e, especialmente, da produção de grãos no Sul.

"No Centro-Oeste e no Nordeste, a substituição de pastagens pelo cultivo de grãos e cana-de-açúcar poderia compensar a estimativa de perda de cerca da metade das terras cultiváveis e, especialmente, da produção de grãos no Sul."

“Existe uma preocupação geral com eventos extremos, pois afetam qualquer cultura, e com a incerteza sobre a incidência de chuva no Brasil. É preciso lembrar que fenômenos são dinâmicos, não são mensurados com muita antecedência, mesmo com supercomputadores e supermodelos”, comenta Magda Lima, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente.

Melhoramento genético

Pesquisa em biotecnologia tende a entrar cada vez mais em pauta no agronegócio de Norte a Sul do País. A busca de genes que aumentam a tolerância das plantas deve resultar em variedades mais resistentes às mudanças climáticas. Porém, o melhoramento genético tem uma tolerância biológica de até 2ºC de aumento. Se os termômetros subirem mais do que isso, é necessário desenvolver uma nova espécie.

Ações de adaptação para o desenvolvimento de arroz e feijão resistentes à deficiência hídrica são conduzidas na Embrapa, empresa que também tem grupo de estudos focado na cultura de milho tolerante aos efeitos climáticos. Análises de variedades de café que se adaptem a altas temperaturas são feitas pela Fundação Pró-Café.

Custo preventivo é um problema sério, que depende de financiamento governamental. “Uma planta tolerante ao calor passa dez anos em fase experimental, com investimento de 1 milhão de dólares ao ano. Nesse período é feita a observação da semente e da muda para escolha da mais tolerante para só depois ser feita a multiplicação da planta”, afirma o pesquisador do Cepagri.

Big data para organizadores de eventos

Pecuarista de Goiás conta sua experiência com a técnica Boi 7.7.7

Alaor Ávila Filho, pecuarista de Indiana, Goiás, é um dos usuários da tecnologia chamada Boi 7.7.7, desenvolvida pela APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios). Ávila começou a adotar o sistema de suplementação intensiva, em 2014, e aprova os resultados, já que, antes desse novo método, conseguia engordar até seis arrobas por cabeça, por ano. Agora, são alcançadas 11 arrobas.

A lotação de animais passou de 1,5 animais UA/ha para 2,4 UA/ha, de 450 kg cada. Ávila conseguia produzir, em média, 15 arrobas por hectare, por ano. No histórico da sua propriedade, a melhor produção, até então, era de 20 arrobas por hectare. Com a pesquisa paulista, o produtor goiano consegue produzir, atualmente, 31 arrobas, por hectare, por ano.

“Foram três mudanças substanciais ao adotar a tecnologia da APTA. O investimento inicial foi três vezes maior, mas como a produtividade foi muito mais alta, o custo da arroba produzida caiu pela metade. Com isso, a rentabilidade da operação aumentou substancialmente”, afirma. Para se ter uma ideia, na safra 2012/2013, Ávila obteve lucro líquido de R$ 900,00, por hectare. Com a adoção do sistema Boi 7.7.7, esse valor saltou para R$ 2.060,00, por hectare de lucro líquido, ou seja, descontados todos os custos de produção.

“O sistema requer organização e estratégia. Recomendo ao produtor ter um consultor para auxiliar, além de planejamento, estratégias e informações sobre custos e metas. Se o produtor for bem organizado, o sistema da APTA é imbatível”, considera Ávila.

“O sistema requer organização e estratégia. Recomendo ao produtor ter um consultor para auxiliar, além de planejamento, estratégias e informações sobre custos e metas. Se o produtor for bem organizado, o sistema da APTA é imbatível”

Com a tecnologia da APTA, o produtor conseguiu mudar a estratégia de seu negócio. Na safra de 2014/2015, começou a comprar animais de sete arrobas, engordando mais sete e levando para um confinamento terceirizado, onde é feita a engorda das sete arrobas finais para abate. “Com essa mudança no meu sistema de criação, minha produção saltou de cerca de 1.380 animais, por ano, para 2.500”, conta.

Toda a produção de Ávila é certificada e exportada. O rebanho é composto por animais muito precoces, com abate até, no máximo, 26 meses. Para o pecuarista, a qualidade da alimentação e a idade garantem uma carne bovina de excelência aos consumidores.

Sete passos para comprar um drone sem dor de cabeça

Apesar de ser a nova vedete entre agricultores, os drones (palavra em inglês que significa “zangão” ou “zumbido” usada para caracterizar qualquer objeto voador não tripulado) têm sido mal utilizados. É assim que o pesquisador da unidade de instrumentação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e responsável pela análise de uso de drones na agricultura, Lucio André de Castro Jorge, define a atual realidade no Brasil.

Segundo o pesquisador, fazendeiros compram os aeromodelos com controle remoto - cujo valores podem variar de R$ 5.000,00 a R$ 300.000,00 - sem realmente saber se aquele produto atende às suas necessidades. “Vende-se o drone como a grande solução! ”, critica o especialista que é enfático em dizer, mais do que se preocupar com as novas possibilidades que as máquinas voadoras permitem ao produtor rural, é hora de aprender se você realmente fará proveito de um drone.

Jorge comenta que a Embrapa tem sido procurada para esclarecer dúvidas sobre os drones em si e softwares para visualizar e organizar as imagens, e lista quais os itens que o comprador deve prestar atenção ao adquirir um equipamento:

Passo a passo para comprar um drone

1-“Qual comprar? ” – É uma pergunta comum dos produtores rurais, de acordo com o pesquisador. Tudo depende do que se pretende fazer e de quanto se está disposto a investir. Há diversas opções de tamanho, com várias câmeras e funções diferentes.

2- “O que é possível fazer com o drone? “ – Inúmeras são as aplicações para o equipamento. É justamente aí que “mora o perigo”. Hoje, um drone possui tecnologia para contar o gado, identificar a vegetação, o solo, o estresse hídrico, pragas, falhas no plantio, a extensão da lavoura e eventuais problemas em seu negócio.

3- “O drone já vem pronto para ser usado? ” – Jorge comenta que é necessário prestar atenção na câmera/sensor, pois há sensores específicos para diferentes funções. “O sensor do drone enxerga o mesmo que o olho do fazendeiro”, explica. Há opções de usar a câmera/sensor comum, infravermelho, multiespectrais e intraespectrais.

4 - “Quais softwares posso usar? “ - A Embrapa desenvolve softwares livres e indica o SISCob que trata imagens fotografadas e o GEOFilder que coleta dados georeferenciados em campo e organiza as imagens em mosaico. Todos podem ser baixados gratuitamente no site da Embrapa Instrumentação.

5 - “Basta comprar o drone e começar a usar? “ - De acordo com a ANAC (Agência nacional de Aviação Civil), atualmente só quem possui autorização expressa da ANAC ou um CAVE (Certificado de Autorização de Voo Experimental) pode operar um drone. Em setembro de 2015, a ANAC colocou para votação pública uma proposta para regulamentar o uso de VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) não autônomos, também conhecidos como RPA (Aeronaves Remotamente Pilotadas) e aeromodelos. A proposta separa os RPA’s em três classes:

  1. Classe 1 (peso maior que 150 kg) - Aeronaves deverão ser certificadas pela ANAC, serão registradas no RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro) e pilotos deverão possuir CMA (Certificado Médico Aeronáutico), licença e habilitação. Todos os voos deverão ser registrados.
  2. Classe 2 (peso menor ou igual a 150 kg e maior que 25 kg) - Aeronaves não precisarão ser certificadas, mas os fabricantes deverão observar os requisitos técnicos exigidos e ter o projeto aprovado pela Agência. Também deverão ser registradas no RAB e pilotos deverão possuir CMA, licença e habilitação. Todos os voos também deverão ser registrados;

  1. Classe 3 (peso menor ou igual a 25 kg)- Quando operados até aproximadamente 120 metros acima do nível do solo e em linha visual, serão apenas cadastrados (apresentação de informações sobre o operador e o equipamento). Não será requerido CMA nem será necessário registrar os voos.  Licença e habilitação somente serão requeridas para quem pretender operar acima de 120 metros.  As operações de RPA até 25 kg só poderão ocorrer a uma distância mínima de 30 metros de uma pessoa. A distância pode ser menor no caso de pessoas anuentes (aquelas que concordarem expressamente com a operação) ou de pessoas envolvidas na operação. Em áreas urbanas e aglomerados rurais, as operações serão de no máximo 60 metros acima do nível do nível do solo.

6 – “Com essas mudanças qualquer pessoa poderá usar um drone?” - Os pilotos deverão ser maiores de 18 anos.

7-“Quais cuidados com segurança devem ser tomados?” - No caso de aeromodelos (destinado à recreação) não é necessária autorização da ANAC, mas deve-se manter distância mínima de 30 metros de pessoas que não permitam o uso do aparelho onde elas estejam. Com a proposta da Agência Nacional será exigido seguro com cobertura de danos a terceiros para todos os RPAs e atividades ilícitas ou invasão de privacidade com o drone serão tratadas pelas autoridades de segurança.