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Gestão

Pecuarista de Goiás conta sua experiência com a técnica Boi 7.7.7

Alaor Ávila Filho, pecuarista de Indiana, Goiás, é um dos usuários da tecnologia chamada Boi 7.7.7, desenvolvida pela APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios). Ávila começou a adotar o sistema de suplementação intensiva, em 2014, e aprova os resultados, já que, antes desse novo método, conseguia engordar até seis arrobas por cabeça, por ano. Agora, são alcançadas 11 arrobas.

A lotação de animais passou de 1,5 animais UA/ha para 2,4 UA/ha, de 450 kg cada. Ávila conseguia produzir, em média, 15 arrobas por hectare, por ano. No histórico da sua propriedade, a melhor produção, até então, era de 20 arrobas por hectare. Com a pesquisa paulista, o produtor goiano consegue produzir, atualmente, 31 arrobas, por hectare, por ano.

“Foram três mudanças substanciais ao adotar a tecnologia da APTA. O investimento inicial foi três vezes maior, mas como a produtividade foi muito mais alta, o custo da arroba produzida caiu pela metade. Com isso, a rentabilidade da operação aumentou substancialmente”, afirma. Para se ter uma ideia, na safra 2012/2013, Ávila obteve lucro líquido de R$ 900,00, por hectare. Com a adoção do sistema Boi 7.7.7, esse valor saltou para R$ 2.060,00, por hectare de lucro líquido, ou seja, descontados todos os custos de produção.

“O sistema requer organização e estratégia. Recomendo ao produtor ter um consultor para auxiliar, além de planejamento, estratégias e informações sobre custos e metas. Se o produtor for bem organizado, o sistema da APTA é imbatível”, considera Ávila.

“O sistema requer organização e estratégia. Recomendo ao produtor ter um consultor para auxiliar, além de planejamento, estratégias e informações sobre custos e metas. Se o produtor for bem organizado, o sistema da APTA é imbatível”

Com a tecnologia da APTA, o produtor conseguiu mudar a estratégia de seu negócio. Na safra de 2014/2015, começou a comprar animais de sete arrobas, engordando mais sete e levando para um confinamento terceirizado, onde é feita a engorda das sete arrobas finais para abate. “Com essa mudança no meu sistema de criação, minha produção saltou de cerca de 1.380 animais, por ano, para 2.500”, conta.

Toda a produção de Ávila é certificada e exportada. O rebanho é composto por animais muito precoces, com abate até, no máximo, 26 meses. Para o pecuarista, a qualidade da alimentação e a idade garantem uma carne bovina de excelência aos consumidores.

 

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