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jovens no campo

Linhas de crédito do governo querem incentivar permanência de jovens no campo

A taxa de permanência das pessoas no campo aumentou na última década, segundo uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Porém, de acordo com o diretor executivo do Instituto Arapyaú, Marcelo Furtado, o Brasil ainda precisa pensar em como engajar os jovens a permanecerem no campo e a participarem dos agronegócios. Opinião semelhante à do ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, para quem um dos maiores desafios do País é criar condições via políticas públicas e de ações efetivas a fim de que os jovens permaneçam nas áreas rurais. A declaração aconteceu durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2016/2016, que terá recursos de R$ 30 bilhões.

O ministério oferece crédito do Pronaf (Programa Nacional de Agricultura Familiar), cujo número de operações permitidas aumentou de uma para três e o limite é de até R$ 15 mil por contrato (R$ 15 mil vezes três: R$ 45 mil). Os encargos financeiros são de 1% ao ano, o prazo de pagamento é de até 10 anos e até cinco de carência.

Há ainda a linha de crédito Nossa Primeira Terra (NPT), do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), uma alternativa para o acesso à terra. O público é, preferencialmente, jovem, com idade entre 18 e 29 anos, filhos de agricultores familiares e/ou provenientes de escolas agrotécnicas e centros familiares de formação por alternância, que queiram viabilizar o próprio projeto de vida no meio rural.

De acordo com o Secretário Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Ramos Roseno, a linha de crédito do NPT pode atender até R$ 80 mil para a compra do imóvel, com até 35 anos para quitar o financiamento, incluindo os três anos de carência, e taxas de juros de 1% ao ano.

“A problematização desse conceito abriga discussões relativas à sucessão das propriedades familiares e à sucessão profissional dos agricultores”, afirma Roseno. No caso da agricultura familiar, a questão da sucessão tem, portanto, implicações diretas sobre as condições de reprodução deste modelo de desenvolvimento rural sustentável e solidário.

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