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Gestão

Entenda como aproveitar o cenário atual para promover a exportação de café

O Brasil é país com maior exportação de café do mundo e seus produtores estão sorrindo à toa nestes últimos meses. Isso porque, segundo o balanço de maio produzido pelo Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), foram exportadas 2.437.823 milhões de sacas, crescimento de 9,9% quando comparado aos números de abril.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a exportação de café (em volume) sofreu um decréscimo de 3,6%. Porém, isso não deve ser considerado um resultado ruim. Os responsáveis pelo setor citam que tais resultados representam uma surpresa bastante positiva.

Este é, inclusive, mais um indício de que devemos fechar tanto o ano cafeeiro quanto o ano civil com um desempenho significativo, visto o desafiador cenário enfrentado pelo cafeicultor do país, onde a oferta pode ficar comprometida devido a fatores climáticos.

Perante todos esses resultados que representam a recuperação da cafeicultura brasileira para exportação, surge um questionamento importante:

Como o cafeicultor deve aproveitar a qualidade do seu café para exportá-lo? Conversamos com Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, que nos apresenta algumas dicas valiosas a respeito do café brasileiro tipo exportação.

Tipos de café mais procurados pelos importadores

Quando o assunto é produção de café, o Brasil tem a capacidade de oferecer a maioria dos cafés mais procurados pelo mercado mundial. Entre eles, podemos citar: Cafés verdes, arábica e robusta.

Em maio, segundo os dados mais recentes do Cecafé, os cafés verdes brasileiros alcançaram um total de 2.209.116 de sacas, já o café arábica chegou a 2.189.557 e, por fim, o café robusta atingiu 19.559 de sacas”, cita Carvalhaes.

O presidente do Cecafé cita também a importância dos cafés industrializados. O total deles ficou em 228.707 de sacas, sendo 227.899 sacas de café solúvel e 808 sacas de café torrado e moído. Neste tipo de café, ele cita uma queda de 23,8% em relação ao mesmo mês em 2016.

Os cafés diferenciados brasileiros também são importantes no mercado externo. Entre janeiro e maio deste ano, as exportações dos mesmos ficaram em 1,797 milhão de sacas, queda de mais de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

No entanto, apesar desta queda, o Cecafé acredita que haverá recuperação das embarcações a partir do segundo semestre de 2017, apostando em 5,9 milhões de sacas vendidas no total.

O mercado global ama o café brasileiro. Para manter essa relação sempre forte devemos priorizar a qualidade, as boas práticas e a sustentabilidade. Gostou do artigo? Compartilhe-o em suas redes sociais!

Pecuária intensiva

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