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Você está utilizando dados de sensoriamento remoto para aprimorar suas operações existentes?

A disrupção das tecnologias agrícolas inclui soluções de sensoriamento remoto que usam dados de satélite para monitorar o progresso das lavouras por uma fração do custo. As informações coletadas são utilizadas para identificação do tipo de cultura.

Controlar o que acontece no campo é um grande desafio - especialmente para quem trabalha com muitos produtores em áreas remotas. O método tradicional para lidar com esse desafio envolve enviar pessoas para o campo, monitorar progresso e apresentar relatórios, o que nem sempre viável e eficiente.

Felizmente, a disrupção das tecnologias agrícolas inclui soluções de sensoriamento remoto que usam dados de satélite para monitorar o progresso das lavouras por uma fração do custo. As informações coletadas são utilizadas para identificação do tipo de cultura, data de plantio e crescimento da planta, medição do tamanho do campo, avaliação da saúde da cultura, comparação do desempenho dos produtores e muito mais. A transição ao sensoriamento remoto avançado foi possível graças a vários fatores:

  1. Dados de alta resolução disponíveis por um custo relativamente baixo (às vezes sem nenhum custo, no caso de satélites públicos);
  2. Maior disponibilidade de dados de campo devido à tendência de digitalização no setor agrícola, que pode ser usado para melhorar a previsão a partir de modelos baseados em sensoriamento remoto; e
  3. Uso crescente da ciência de dados em uma variedade de setores.

O sensoriamento remoto fornece informações sobre todo ciclo da cultura:

  1.  Análise de plantio. Com um ponto GPS é possível saber o tipo de cultura plantado, os limites dos talhões, o tamanho das áreas cultivadas e as datas estimadas de plantio. Isso ajuda a estabelecer se as safras relatadas foram plantadas e se foi feito dentro da janela de plantio predefinida.
  2. Saúde da cultura. Para grãos e algodão, o índice mais usado para monitoramento do cultivo é o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), sensível à atividade de biomassa e clorofila. Outro índice comum é o Índice de Água por Diferença Normalizada (NDWI), estimando o conteúdo de água da folha no nível do dossel. Essas informações são usadas para rastrear o estado de saúde da cultura e os níveis de estresse hídrico durante a safra.
  3. Classificação de risco operacional e ambiental. Nossa metodologia proprietária de classificação de risco de um talhão permite aos produtores e partes interessadas avaliar os fatores de risco que podem afetar a produtividade de cada talhão: qualidade operacional ou questões ambientais, como fertilidade do solo, clima e outros.
  4. Capacidade de indicação de rendimento e comparações.  Produtores podem otimizar crescimento e detectar problemas que afetam parcelas específicas, podem diferenciar entre áreas mais ou menos produtivas e focar sua atenção de acordo.

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 O sensoriamento remoto oferece benefícios para:

  • Produtores corporativos: tendo que gerenciar grandes áreas e em vários locais, os produtores corporativos buscam informações para otimizar suas operações. Mesmo que já monitorem o campo usando equipes de trabalho e outras tecnologias, um ponto de referência adicional é frequentemente bem-vindo, especialmente aquele que não está sujeito a erros humanos e é economicamente efetivo.
  • Compradores agrícolas: a capacidade de estimar a quantidade e o momento da colheita significa muito para os compradores, que podem planejar melhor o futuro com base na produção prevista. Além disso, empresas compradoras podem colaborar melhor com os produtores, usando informações atualizadas que antes exigiam visitas frequentes ao campo.
  • Empresas de insumos agrícolas: as empresas que trabalham em estreita colaboração com os produtores para fornecer sementes, fertilizantes e produtos químicos obtêm uma compreensão mais profunda de seus clientes e melhoram suas interações.
  • Agências governamentais e ONGs: Sensoriamento remoto baseado em satélite é altamente escalável para cobrir uma área muito grande – como um país.
  • Seguradoras e credores agrícolas: As seguradoras e os credores podem verificar se produtores realmente cultivam as lavouras relatadas nos talhões e nas janelas de tempo especificadas. A capacidade de ter indicações de potencial de produtividade e comparativos entre diferentes talhões na mesma região melhorará a avaliação de risco, o preço e muito mais. 

Imagens de alta resolução

A tecnologia de observação de satélite como o Sentinel-2 cobre muitos casos  – mas ainda não é perfeita. Diferentes condições naturais, como nuvens, podem afetar negativamente a visibilidade e a resolução pode ser insuficiente para capturar certos detalhes, como a diferenciação entre culturas e ervas daninhas ou contagem de população.

Imagens de alta resolução podem reduzir significativamente esses problemas, fornecendo uma alternativa sólida em tais casos e agora estão mais disponíveis e econômicas do que nunca. Elas são oferecidas por satélites de baixa órbita, aviões, VANTs etc

Conectando o céu ao solo

Não sugerimos que o sensoriamento remoto pode eliminar a necessidade de outras fontes de dados de campo, como os coletados manualmente ou por meio de sensores. Muito pelo contrário, combiná-los criará insights maiores e práticos.

Os dados de campo são necessários para validar e calibrar os modelos baseados em sensoriamento remoto, especialmente para novas culturas e geografias. Além disso, para apontar problemas específicos, algum nível de operações terrestres também é necessário. Por exemplo, os dados de satélite podem indicar quais áreas do campo sofrem alto risco de produção, então os produtores podem planejar planos de ação específicos para identificar problemas, como pragas e doenças ou outros.

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