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Confira todas as vantagens em ser cooperado!

Funcionários das cooperativas são percebidos como proprietários e 48% do que é produzido no agro passa por cooperativas.

O gerente técnico da Coplacana, Francisco José Severino, começa respondendo a essa pergunta citando o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Roberto Rodrigues que dizia ser o cooperativismo uma doutrina, um modelo de negócio pautado pelo empreendedorismo e pela participação democrática. “Buscamos prosperidade conjunta atendendo às necessidades do grupo”, afirma Severino.

Ainda de acordo com número apresentados pelo gerente técnico, 10% da população mundial atua em cooperativas; e no Brasil desde 2014 a criação de cooperativas só cresce: naquele ano foram 324, em 2015 outras 445, totalizando 6600 cooperativas em 2018, segundo o Anuário das Cooperativas, o que faz com que 51,6 milhões sejam beneficiadas direta e indiretamente no país, gerando 370 mil empregos. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) mostram que 48% do que é produzido no agro passa por cooperativas.

Tais indicadores jogam luz ao protagonismo brasileiro no agro; “somos o maior produtor e exportador de açúcar. Atualmente temos o etanol que deriva da cana. Biopolímeros. O agro é punjante”, afirma Severino que acredita que o empresário rural deve ser entendido como papel importante para o sistema, afinal é notória a necessidade de evolução dos produtores com os setores, com mudança de produtos e serviços, p novas exigências do mercado. “O produtor acessa tecnologias de várias maneiras, mas principalmente pela extensão rural onde estão massivamente as cooperativas agro”.

O consultor técnico da área de inteligência de mercado do Sistema Ocesp (Organização das Cooperativas do Estados de São Paulo), Rodrigo Dias, lembra que os funcionários das cooperativas são percebidos como proprietários e não “apenas” clientes.

Crédito

O cooperativismo de crédito está ganhando cada vez espaço no Brasil, de acordo com o diretor executivo de comunicação e relacionamento da Cresol, Luiz Ademar Panzer. “Diferentemente dos bancos comerciais, nas cooperativas ganhos são divididos entre os cooperados e se juntássemos as cooperativas de crédito brasileiras seríamos o sexto banco mundial”.

Segundo Panzer, mais do que ser um financiador, as cooperativas de crédito são uma balança que equilibram atuação de bancos tradicionais antes protagonistas no atendimento de determinados setores.

Questionado sobre a solidez das cooperativas de crédito, o diretor executivo de comunicação e relacionamento explica que elas são como grandes bancos, reguladas e supervisionadas pelo Banco Central. Quanto aos serviços mais baratos ofertados pelas cooperativas, isso acontece por elas possuírem condições de planejamento de custos para estabelecerem taxas que irá praticar.

Panzer lembra, no entanto que a obtenção de crédito varia segundo a finalidade de aplicação do recurso, pois no agronegócio há necessidade de cumprimento de questões ambientais ou licenças, do setor convencional das commodities, grãos não presentes em áreas em bacias, quando cultura ou equipamento ou máquina tem seguro, daí se faz necessário projeto. Mas no caso de crédito e recursos para capital de giro, o crédito vai depender mais relação score ou histórico do cooperado com a cooperativa.

Sustentabilidade

Ao ser perguntado sobre como cooperativas auxiliam na sustentabilidade do agronegócio, Severino explica que as instituições levam o produtor p produção sustentável e segura. “E de maneira particular promove inclusão social e crescimento econômico é uma busca permanente por um crescimento sustentável, pois gera renda na região onde está inserida”.

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