Tecnologia

4 tecnologias prometem deixar sua fazenda mais conectada. Saiba quais são!

Comenta-se no mercado que o acesso à conectividade ainda representa um problema para a maioria dos produtores no Brasil, principalmente em função da cobertura incipiente das redes móveis públicas (celulares 2G/3G/4G) nas áreas rurais e remotas. Mesmo nos casos de propriedades rurais que conseguem algum acesso por estarem localizadas próximas a uma cidade ou rodovia, em muitos casos a qualidade do sinal não é satisfatória, por se tratarem de áreas periféricas de cobertura das redes móveis públicas.

É fato que a falta de conectividade tem impacto bastante significativo nas áreas rurais e remotas no Brasil, tanto em função da população não atendida quanto da demanda tecnológica crescente no agronegócio – segmento econômico estratégico para o país.

Entretanto, o desafio de prover conectividade em áreas rurais e remotas é global – portanto, não se restringe apenas ao Brasil. Como exemplo, a figura abaixo representa a quantidade de conexões M2M (Machine-to-Machine) em nível global baseadas em redes móveis públicas.

Especialistas apontam que as principais tecnologias de conectividade empregadas no Brasil para atender o agronegócio são:

  1. Satélites: ainda são utilizados majoritariamente para localização (ex:GPS), e pouco utilizados para transmissão de dados no campo;
  2. Redes móveis públicas (celulares): em função da cobertura incipiente das redes 2G e 3G na maior parte das áreas rurais do país, esta infraestrutura é ainda pouco utilizada no agronegócio;
  3. Rádios trunking de voz: trata-se, provavelmente, da infraestrutura de comunicação mais utilizada no agronegócio brasileiro. Com base nessas redes de voz, tipicamente privadas, as operações em campo são coordenadas, sendo mais empregadas em segmentos com maior nível de mecanização nos processos de plantio e colheita. Normalmente operam em faixas licenciadas e canais faixa estreita abaixo de 1 GHz;
  4. Redes de telemetria: utilizadas para transmissão de dados em baixas taxas, operam tipicamente em faixas de frequência não licenciadas, com coberturas que variam de centenas de metros a alguns quilômetros. São uma alternativa para viabilizar conexão de dados baixa taxa no campo, em redes privadas.

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